2006, o ano em que Cobain nocauteou Elvis

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O cantor Elvis Presley – que muitos acreditam que ainda não morreu – foi nocauteado neste ano de 2006 pelo vocalista Kurt Cobain, do Nirvana, que se suicidou em 1994.
É que Cobain, mesmo depois de morto, faturou US$ 50 milhões entre setembro de 2005 e setembro de 2006, tirando o posto de “morto mais rico” do mundo do cantor Elvis Presley, que agora ocupa a segunda posição na famosa lista da revista americana Forbes das maiores fortunas de quem morreu e continua rendendo dividendos às famílias.
 Elvis que sempre liderou a lista, faturou US$ 42 milhões de setembro do ano passado a setembro deste ano.
A liderança de Cobain, que se suicidou aos 27 anos, está diretamente associada à venda de 25% dos direitos do catálogo das músicas por sua viúva, a cantora Courtney Love, à empresa Primary Wave.
 
O terceiro morto mais rico do mundo da lista da revista Forbes (que adora fazer listas de milionários) é o criador dos desenhos em quadrinhos do Snoopy, Charles M. Schulz, cuja arte rendeu de setembro de 2005 a setembro deste ano a cifra de US$ 35 milhões. Em quarto lugar está John Lennon, que morreu assassinado em frente ao edifício Dakota, onde morava, em Nova York em 1980.
 
A atriz Marilyn Monroe é a única mulher entre os 20 mortos mais ricos do planeta, numa lista que tem ainda Ray Charles,George Harrison, Bob Marley, Albert Einstein, Andy Warhol e J.R.R. Tolkien, o autor do livro “O Senhor dos Anéis”, que acabou virando sucesso nas telas de cinema e foi reeditado em todo o mundo, inclusive no Brasil. O livro foi publicado pela primeira vez em 1937. O morto agora desfruta da glória.

É uma pena, mas a lista do próximo ano será engrossada pelo desenhista Joseph Barbera, quem com William Hanna, criou personagens como “Os Flintstones”, “Tom e Jerry” e “Zé Colmeia”. Ele morreu aos 95 anos em dezembro de 2006. Entre outros personagens marcantes, Barbera também criou o “Scooby-Doo” e “Os Jetsons”, uma projeção futurista que teve a sorte de ver realiazada.

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