FAMÍLIA SCHURMANN GANHA MAIS UM TRIPULANTE

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Desde 21 de setembro do ano passado, a Família Schurmann vem navegando pelos oceanos Atlântico e Pacífico a bordo do veleiro Kat, uma homenagem à pequena e doce Kat Schurmann. No mesmo dia, a brasileira Cynthia Van de Kamp começou a acompanhar a Expedição Oriente a bordo do veleiro digital Bubby, uma referência direta ao irmão que, há quatro anos, morreu em consequência das complicações da AIDS.  “Tinha lido que a Heloísa pensou em ‘levar a Kat’ na Expedição dessa forma e pensei que era uma grande ideia levar meu irmão para passear comigo ao redor do globo. Meu pai, que tinha o mesmo nome do meu irmão, morreu em 2012. Nós todos sempre gostamos de velejar. Então, achei que colocar o nome de Bubby no barco seria uma maneira de trazer um pouco de alegria à minha família. Tipo: vamos passear todos juntos”, conta Cynthia.

 

Hoje, 22 de junho, a Família Schurmann recebe, na paradisíaca Ilha de Páscoa, a vencedora da primeira etapa do game Expedição Oriente: Cynthia Van de Kamp. Divertido e lúdico, o jogo permite que fãs do Brasil e de todo o mundo acompanhem virtualmente a nova aventura da Família Schurmann.

 

Nascida em São Paulo, a radialista e professora de francês Cynthia Van de Kamp permaneceu na capital paulista até 1996, quando recebeu um convite para trabalhar na Voz da América, em Washington. Nos Estados Unidos, conheceu o marido com quem mora em Falls Church, no norte da Virgínia. No dia que a Família Schurmann zarpou de Itajaí, em Santa Catarina, Cynthia montou seu barco e começou a navegar virtualmente com a tripulação da Expedição Oriente.

 

“Fiz o barco e fui respondendo às perguntas. Uma pergunta levou a outra… fui vendo que havia muitas coisas interessantes e que eu não conhecia. Sou curiosa e adoro aprender coisas novas. Sou fascinada por geografia e história, ciência, tecnologia, lógica, línguas… Então, o jogo casou direitinho com a minha personalidade”, diz a vencedora do primeiro capítulo do Game Expedição Oriente.

 

Mesmo não fazendo parte da geração videogame, a velejadora-digital se dedica diariamente à plataforma de gamefication da Família Schurmann. Cynthia joga todos os dias pela manhã, antes de ir trabalhar. “Muitas vezes bem cedo mesmo ou até de madrugada”, revela. E acrescenta: “meu trabalho pode complicar durante o dia, então o jogo de manhã é meu cantinho, minha horinha de diversão e aprendizado”.

 

Sem qualquer pretensão de consagrar-se vencedora e conquistar um dos mais importantes prêmios da competição, Cynthia diz que joga para aprender com o rico conteúdo do game. No início, sempre tinha outros “capitães” à sua frente. Mas eles começaram a errar as perguntas, ela foi avançando… e, desde o início desse ano, vem se mantendo na liderança. “Nas últimas semanas, já estava bem claro que, se eu continuasse jogando, ninguém poderia me alcançar”, confessa.

 

Consagrada campeã, Cynthia Van de Kamp sentiu “uma grande alegria por poder conhecer os Schurmann pessoalmente. Aos poucos, ao longo da Expedição, fui me inteirando da história deles e fiquei com muita vontade de conversar com eles. Ganhar o jogo possibilitou que isso acontecesse”, comemora. Hoje, 22 de junho, ela chega à Ilha de Páscoa para o grande encontro e a comemoração do aniversário de Heloísa Schurmann.

 

Quando retornar para casa, ela retomará sua rotina de velejadora-virtual. “Não largo o jogo por nada! Prêmios, não sei. Não é um objetivo para mim, em si. Fiz alguns amigos entre os capitães do jogo e gostaria que eles também ganhassem. Tem muita gente bacana acompanhando a Expedição”, diz. Nesse mar digital, Cynthia Van de Kamp tem milhares de companheiros de todo o Brasil. O game Expedição Oriente também conta com jogadores que residem nos Estados Unidos, Portugal, Inglaterra, Uruguai, França, Nova Zelândia, Noruega, Emirados, Equador, Irlanda, Israel, Itália, Lituânia e Japão.

 

Com a conclusão do primeiro capítulo, uma nova etapa se inicia com veteranos e novatos partindo do zero, ou seja, todos com as mesmas condições. Entre as novidades inseridas estão o uso do Google Maps para navegação no mapa; os riscos de ataques piratas que roubam os pontos de quem abandonar o barco por mais de uma semana; a trilha de perguntas que impulsionará a pontuação dos vencedores, e a Message in a bottle para os jogadores mandarem mensagens para outras pessoas ao redor do mundo em garrafas biodegradáveis que serão lançadas ao mar.

 

Família Schurmann e a Expedição Oriente

 

Primeira família a dar a volta ao mundo a bordo de um veleiro, a história da Família Schurmann ganha destaque a partir de 1984, quando o economista Vilfredo e a professora Heloísa decidiram abandonar a vida estável e confortável em terra firme e zarpar rumo aos mares e oceanos do planeta, acompanhados dos filhos pequenos: Wilhelm, na época, 7 anos, David, 10, e Pierre, 15. Três décadas depois, com algumas aventuras marítimas no meio e as crianças, agora, homens feitos e até mesmo pais de uma nova geração, a Família Schurmann volta a exercitar o desapego.

 

Desde 21 de setembro de 2014, o veleiro Kat vem sendo a moradia dos Schurmann e a imensidão do mar, o destino da Expedição Oriente! Com o apoio fundamental dos patrocinadores Estácio, HDI Seguros e Solvi, os velejadores percorrerão cerca de 30 mil milhas (o equivalente a quase 50 mil quilômetros), passando por quatro oceanos, cerca de 50 portos e cinco continentes. Pela primeira vez, eles chegaram à Antártica. E, também pela primeira vez, irão à República Popular da China.

 

Se o roteiro reserva lugares desconhecidos, a nova travessia também marca a estreia da terceira geração a bordo: o jovem Emmanuel integra a tripulação Schurmann, formada pelo casal Vilfredo e Heloísa e os filhos Wilhem, David (líder da tripulação de terra) e Pierre – os dois últimos, em alguns trechos da aventura. Kat, a filha caçula, falecida em 2006, está simbolicamente presente ao inspirar o nome do novo veleiro da família, neste projeto que envolve inovação, tecnologia e sustentabilidade. Com a Expedição Oriente, a Família Schurmann veleja inspirada em polêmicas teorias que defendem os chineses como os primeiros grandes navegadores e descobridores do mundo. Ou seja, os primeiros aventureiros a contornarem o globo.

 

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