162 ANOS DE TREM NO BRASIL NOS LIVROS DE HISTÓRIA.

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No dia 30 de abril de 1854 são inaugurados 14,5 km de ferrovia ligando o Porto de Mauá a Fragoso, no Rio de Janeiro. Tem início, assim, com o primeiro trecho da Imperial Companhia de Navegação a Vapor e Estrada de Ferro de Petropolis, conhecida hoje como Estrada de Ferro Mauá, uma história que fez crescer muitas cidades pelo Brasil e que deixa lembranças nostálgicas de viagens e aventuras.
Para celebrar a data, a Editora Unesp resgata de seu catálogo narrativas que revelam as marcas e os aprendizados envolvidos na evolução dos trilhos ao longo desses 162 anos.

Senhores dos trilhos
Autor: Oscar Álvaro Tenca | 336 páginas | R$ 62,00
Cada linha das narrativas deste livro é um trilho que vai sendo posto na estrada que nos liga, hoje, ao passado vivido pelos trabalhadores e alunos do Curso de Ferroviários da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Suas palavras trazem não só as marcas do processo social implementado a partir da organização racional do trabalho, como também revelam as contradições engendradas por essas mesmas ideias, quando encontravam a vida concreta diante de si.

Ferroviários, trabalho e poder
Autora: Maria de Fátima Salum Moreira | 192 páginas | R$ 48,00
Este livro apresenta uma análise da dimensão política da organização do processo de trabalho da Estrada de Ferro Sorocabana, num período caracterizado pela introdução de práticas racionais e científicas, em sua estrutura técnica e administrativa. A preocupação em recuperar as experiências vividas cotidianamente pelos ferroviários, em suas relações sociais no espaço do trabalho, vinculou-se à hipótese sobre a existência de uma luta política no cotidiano do processo produtivo.

À beira da linha
Autor: Nilson Ghirardello | 236 páginas | R$ 46,00
Enfoca a formação das cidades paulistas criadas junto à antiga Companhia Estrada de Ferro Noroeste do Brasil – atual Novoeste, do início da construção da ferrovia, em 1905, até 1914, data que marca o término da ligação entre Bauru (SP) e Porto Esperança, no atual Mato Grosso do Sul. Nesse período, surgem, a partir das estações, povoados que apresentam certas constantes urbanísticas. Cidades como Lins, Penápolis e Araçatuba merecem análise detalhada. O autor verifica que nelas predominou, desde a sua origem, a lógica da especulação imobiliária e do lucro como base para a vida urbana.

O ensino de ofícios nos primórdios da industrialização
Autor: Luiz Antônio Cunha | 248 páginas | R$ 48,00
O ensino de ofícios industriais e manufatureiros passou a ser defendido como um dos meios de integração do proletariado na sociedade moderna, durante as primeiras décadas do Brasil republicano. As escolas profissionais buscaram os jovens que tivessem vocação e aptidão para os ofícios manuais. Passou-se à aprendizagem sistemática (ao taylorismo), em substituição à aprendizagem espontânea (como o artesanato). O autor analisa as iniciativas públicas e privadas, confessionais e laicas de criação de instituições de ensino de ofícios, incluindo as que prepararam o caminho para as atuais. Entre elas, as escolas ferroviárias paulistas, nas quais se encontram os antecedentes do Senai; e as escolas federais de aprendizes artífices, matrizes dos atuais Cefets.

Mais informações sobre os livros publicados pela Editora Unesp estão disponíveis no site: www.editoraunesp.com.br

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