Banda Redonda 2012

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A banda mais antiga e tradicional da cidade faz a abertura da semana carnavalesca em São Paulo. Fundada por atores do Teatro de Arena, jornalistas, músicos e outros artistas que frequentavam o Bar e Restaurante Redondo, a Banda Redonda pede passagem, coloca os foliões e sambistas nas ruas. No dia 13 de fevereiro, começa a se arrumar ou se desarrumar em frente ao TEATRO DE ARENA – Eugênio Kusnet, na  Rua Theodoro Baima, 94, esquinas da Rua da Consolação com Av. Ipiranga. A concentração será 19h e a saída do desfile 21h. Durante a concentração haverá o aquecimento com o Carlão, General da Banda de SP e a entrega do “Troféu Banda Redonda”, para personalidades que fazem a diferença na cultura, artes e no esporte, este ano são: Carlos Cortez, Helena Ignez, Inezita Barroso, Osmar Santos, Paulo Vanzolini, e Silvia Vinhas. Também vamos manifestar o apoio a campanha “Gorduchinha 2014” para o nome oficial da bola na copa do mundo em 2014, veja o vídeo da campanha. Mais informações sobre a Banda e os homenageados abaixo.

“Nossa gente é essa aí: jornalistas, boêmios, artistas de teatro, cinema, televisão sambistas, pintores, gente da noite, do dia, da madrugada e de todas as horas, enfim, gente que cultua a nossa cultura popular”.

Vários artistas e convidados especiais sempre participam da concentração da Banda, entre eles, os atores de teatro, cinema e TV: Analy Alvarez, Antonio Petrin, Cris Fontana, Gésio Amadeu, Graça Berman, Humberto Magnani, João Acaiabe, Luiz Serra, Paulo Hesse, Regina Braga, Tadeu Di Pietro. Também marcam presença: César Vieira (dramaturgo e diretor de teatro), Chico de Assis (dramaturgo, ator e professor de dramaturgia), Chico Pinheiro, (jornalista – TV Globo), Emilio Fontana (diretor e professor de teatro, cinema e TV), Oswaldo Mendes (jornalista, ator, diretor de teatro e escritor), Raimundo José (cantor e músico). Para completar a alegria na concentração, contaremos com a presença da Corte do Carnaval Paulistano.

Todos os anos a Banda homenageia personalidades destacadas no meio cultural, artístico e esportivo, já receberam o troféu Banda Redonda: Alaíde Costa, Analy Alvarez, Ari Toledo, Caio Luiz de Carvalho, Chico de Assis, Chico Pinheiro, Denis Derkian, Doutor Sócrates, Dr. Davi Serson, Dráuzio Varella, Emilio Fontana, Esther Góes, Etty Frazer, Ivan Giannini, João Acaiabe, João Batista de Andrade, Ligia Cortez, Maria Alcina, Netinho de Paula, Oswaldo Mendes, Paulo Goulart, Regina Braga, Renato Borghi, Renato Consorte, Sérgio Mamberti, Tadeu di Pietro, Walderez de Barros, Bárbara Bruno, Dr. Demetrio Hossne, Dr. Paulo Meneghini , José Renato Pécora, Lauro César Muniz, Regina Echeverria entre outros.

Homenageados que irão receber Troféu Banda Redonda em 2012: Carlos Cortez – cineasta e diretor de "Geraldo, o Filme” e "Querô”; Helena Ignez – atriz e diretora de cinema e teatro; Inezita Barroso – a Rainha do Folclore Brasileiro; Osmar Santos – Locutor Esportivo e pintor, e o “Pai da Matéria” e da “Gorduchinha”; Paulo Vanzolini – genial compositor paulistano e Silvia Vinhas – jornalista e apresentadora de TV. Informações sobre os homenageados ao final deste release.

Para animar os foliões a banda conta com um belo time de intérpretes: Aldo Bueno, Douglas Franco, Germano Mathias, Jandir, João Borba, João Pedro, Maria Alcina, Mazinho do Salgueiro, Silvio Modesto e Tereza Miguel, que serão acompanhados pela Banda Musical do FUMAÇA com mais de 30 integrantes, apresentando tradicionais marchinhas e sambas do carnaval brasileiro. A apresentação fica por conta de Moisés da Rocha  (O Samba  pede Passagem).

Banda Redonda – 38 anos de alegria no carnaval paulistano

Dia 13 de fevereiro, segunda-feira, concentração 19h / saída 21h – Grátis.

Informações: Imprensa: Edson Lima: 3739 0208 / Teatro de Arena: 3256 9463 / China: 7705 0622

Roteiro: Ruas Theodoro Baima, da Consolação, Xavier de Toledo, Teatro Municipal, Rua Cons. Crispiniano, Largo do Paissandu, Av. São João, Av. Ipiranga, Praça da República, regressando ao Teatro de Arena, encerrando o desfile com músicas do verdadeiro carnaval de rua.

Saiba mais: www.oautornapraca.com.br/bandaredonda. Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=bzy3sjZhcPk
 

Grêmio Recreativo Cultural e Carnavalesco “Banda Redonda”

Presidente: Carlão – O General da Banda de SP / Organização: China – Tel. (11) 7705 0622

Ass. Comunicação e Imprensa: Edson Lima – Fone: (11) 9586 5577 / 3739 0208.

Patrocínio: Prefeitura da cidade de São Paulo / SPTURIS – São Paulo Turismo, ABASP – Associação das Bandas Carnavalescas de São Paulo e AMBEV. Apoio: O Autor na Praça e PointGraf.

HISTÓRICO DA BANDA – A “Redonda” substituiu a Banda Bandalha, criada no auge da repressão militar pelo dramaturgo e ator Plínio Marcos em 1972. Plínio gravava a novela Bandeira Dois, no Rio de Janeiro e não aguentava mais as piadas e provocações dos cariocas, dizendo que: bloco de paulista é bloco de concreto armado, que cordão de paulista é cordão de isolamento e, como se tudo isso, ainda, não bastasse, atormentavam, nosso tão amado Plínio Marcos, citando Vinicius de Moraes “São Paulo é o túmulo do samba”. Àquela altura a Banda de Ipanema já era famosa, trazendo como musas Leila Diniz e Odete Lara. Injuriado com tantas brincadeiras, Plínio chamou seu colega de teatro, Carlos Costa, o Carlão, que já era frequentador do mundo do samba paulista desde que aqui chegou em 1945, mas ganhava a vida no teatro, Carlão foi bilheteiro, contra-regra e ator, atuou no teatro de Arena, no cinema e foi um grande parceiro do Plínio, atuando em várias peças e ao seu lado em vários momentos na luta. Então, Plínio Marcos se autoproclamou presidente da Banda Bandalha e convidou Carlão para ser o vice presidente.

Em 1972 e 1973, a banda sempre saindo da frente do Teatro de Arena e percorrendo o centro, foi sucesso de cara, tendo no primeiro desfile como Porta Estandarte a atriz Etty Frazer e mestre sala o ator Toni Ramos. Também contou com ilustres participantes, como a atriz Walderez de Barros, o dramaturgo Gianfrancesco Guarnieri, a atriz Eva Vilma, o ator John Herbert, Pepita e Lolita Rodrigues, os jornalistas Arley Pereira, José Ramos Tinhorão, o ator e artista plástico Luiz Carlos Parreira. Claro que não podiam faltar os sambistas famosos das escolas de samba e parceiros de Plínio e Carlão: Geraldo Filme, Jangada, Jorge Costa, Silvio Modesto, Talismã, Toniquinho Batuqueiro, Zé Ketti, Zeca da Casa Verde, além da turma da “Vagão” e redondeza, entre tantos outros atores, jornalistas e foliões. A Bandalha durou dois anos, depois de brigas com a prefeitura, Plínio se injuriou e falou que não tinha mais Bandalha. Com o fim da Bandalha, seus remanescentes, encabeçados por Carlão, formaram a Banda Redonda, que desfilou pela primeira vez em 74, naquela ocasião mudou a colocação da diretoria, ficando Carlos Costa na presidência e Plínio como vice, hoje Carlão continua dirigindo a “Redonda” e tem o China como secretário geral. Com a inspiração do Artista plástico Luis Carlos Parreira a “Redonda” adotou a pomba como símbolo e as cores azul, ouro e branco. Atualmente, os desfiles da banda são acompanhados por cerca de 15 mil pessoas e já faz parte do calendário oficial do carnaval de São Paulo. Além disso, ela é filiada à ABASP –  Associação de Bandas de Carnaval de São Paulo.

Carlão, quando assumiu a banda em 1974, transformou-se no “General da Banda” de São Paulo (lembrando Black-Out, o “General da Banda” no Brasil): diz um dos foliões: quando o Carlão chega as pessoas cantam… “Chegou o General da Banda…” Sobre o novo nome da banda: Redonda, Carlão conta um pouco da história: “A gente frequentava um Bar e Restaurante em frente ao Teatro de Arena chamado Redondo. Tinha uma gíria na época que dizia que as pessoas inteligentes tinham a testa redonda. Daí, a partir de algumas sugestões: ARENA, pelo teatro (ora veja, naquela época, o partido da ditadura tinha a sigla de ARENA), Carlos Gomes, Roosevelt (nome de gringo não), Consolação e Vila Buarque, (“não são nomes para uma banda”). Prevaleceu a idéia da cabeça inteligente: Redonda, ainda sugeriram Redondo, para obter algum patrocínio do dono do bar, mas alguém lembrou: “o portuga sequer pendura uma cerveja pra gente”, daí ficou simplesmente Redonda mesmo, pela ideia do Parreira, ainda hoje há quem confunda o nome da banda com o nome do bar.

Sobre Carlos Costa, O General da Banda Redonda, também conhecido como, Carlão da Vila e Carlão do Boné, nasceu na cidade de São Carlos, no interior do estado, onde aprendeu muito do samba paulista através de seu pai, Sr. Oscar Costa e chegou à cidade de São Paulo em 1945. Aprendeu a história do samba paulista convivendo com seus maiores sambistas, como Geraldo Filme, Henricão, Zeca da Casa Verde, Jangada, Talismã, Toniquinho Batuqueiro, Carlão do Peruche, entre tantos outros, Carlão curtiu e viveu o samba em sua forma mais autêntica. Nestes 38 anos da banda a maior satisfação de Carlão é oferecer a oportunidade para todas as classes e camadas da população curtir o autêntico carnaval, sem qualquer custo, colocando lado a lado todas as diferenças, equacionadas no mais simples momento de alegria. Carlão foi grande parceiro e amigo do dramaturgo Plínio Marcos, atuando e assessorando em várias peças e, juntos, enfrentaram muitas situações de resistência a censura e a ditadura militar. Carlão também atuou no cinema nos filmes “Homem que virou suco”  de João Batista de Andrade (1981), “Jogo Duro” de Ugo Giorgetti (1985), “Nenê Bandalho”, texto de Plínio Marcos dirigido de Emilio Fontana (1971), “Gaijin – Caminhos da Liberdade” de Tizuka e Yamazaki (1980), ‘Estrada da Vida” de Nelson Pereira dos Santos (1980), “O Pixote – a lei do mais fraco” de Héctor Babenco (1980), “Eles não usam Black Tie” texto de Gianfrancesco Guarnieri, dirigido de Leon Hirszman (1981).

“A Banda Redonda surgiu na época da repressão da ditadura militar, com objetivo de trazer para a rua os executivos dos escritórios do ‘centrão’ da capital paulista para brincar o carnaval com o povo na rua com ou sem fantasia, com ou sem dinheiro”, afirma Carlos Costa.

Sobre Carlos Cortez – Iniciou sua carreira como roteirista e durante 10 anos trabalhou nas melhores produtoras de São Paulo. Paralelamente escreveu e dirigiu inúmeros documentários abordando questões sociais e culturais de sua cidade, o que lhe conferiu prêmios como “melhor filme” no Festival Internacional de Documentários It’s All True, além de importantes prêmios nos festivais de Brasília e Gramado. Como documentarista destacam-se entre seus trabalhos, Seu Nenê da Vila Matilde e Geraldo Filme, projetos sobre a origem do samba paulista e sobre os compositores que construíram essa história. Querô é o primeiro longa-metragem de ficção de Carlos que foi recomendado pelo próprio Plínio Marcos para transportar sua obra para ao cinema. O filme foi reconhecido pelos festivais em que passou faturando 13 prêmios incluindo melhor roteiro, melhor direção e melhor filme.

Sobre Helena Ignez – Atriz, diretora de cinema e teatro, nascida em Salvador-BA, figura de destaque na cultura brasileira, integrou inúmeros movimentos de vanguarda e foi chamada de MUSA DO CINEMA NOVO. Seu primeiro contato com o cinema foi no curta-metragem O pátio (1959), de Glauber Rocha. Em 1968, estrelou Cara a cara e O bandido da luz vermelha, primeiros filmes, respectivamente, de Julio Bressane e Rogério Sganzerla. A partir daí, passou a ser o principal rosto do movimento que ficou conhecido como Cinema Marginal. No ano seguinte, estrelou A mulher de todos, de Sganzerla, no antológico papel de Ângela Carne-e-Osso. Em 1970, ao lado de Bressane e Sganzerla, fundou a produtora Belair, que produziu, nesse mesmo ano, títulos como Copacabana mon amour e Sem essa, Aranha, de Sganzerla, A família do barulho e Cuidado, madame, de Bressane, todos estrelados por ela. Ainda em 1970, casou-se com Rogério Sganzerla, ficando a seu lado até a morte do cineasta, em 2003. Tornou-se sua musa, tendo atuado em muitos de seus filmes, como Nem tudo é verdade (1985), Tudo é Brasil (1996) e O signo do caos (2003). Sob direção de Bressane, faria ainda São Jerônimo (1999). Outros destaques de sua carreira são O padre e a moça (1967), de Joaquim Pedro de Andrade, Assalto ao trem pagador (1962), de Roberto Farias, Os monstros do Babaloo (1970), de Elyseu Visconti, e Perfume de gardênia (1992), de Guilherme de Almeida Prado. Com 40 anos de produção e inclusão nos vários campos da arte cênica e cinematográfica, foi homenageada, em de 2006, pelo 20º FESTIVAL DE FILMS DE FRIBOURG, Suíça. Com seu filme A Reinvenção da Rua, dirigido por Helena e montado por Rogério Sganzerla. Em 2005 foi homenageada pelo Festival Internacional de Filmes – FEMINA, Rio de Janeiro. Também em 2005 no Torino Film Festival – Itália foi exibido A Reinvenção da Rua junto com seu último filme, o curta-metragem, A Miss e o Dinossauro – Bastidores da Belair, a partir de imagens de arquivo em super-8 de 1970; juntamente com o lançamento da versão italiana do livro organizado por Helena Ignez e Mário Drumond – “Tudo é Brasil” de Rogério Sganzerla, editado pelo Museo Nazionale Del Cinema. Produziu em 2006 a instalação cinematográfica, ELECTRIC SGANZERLAND, na Fri-Art (Bienal de Artes Plásticas – Suíça), com convite oficial no 20º FESTIVAL DE FILMS DE FRIBOURG, FESTIVAL DE ROMA E NO MILANOLTRE – Itália, na ocasião foram exibidos 24 filmes com a participação de Helena Ignez. Como diretora de teatro representou o Brasil em Barcelona em 1997, com o musical Cabaret Rimbaud – Uma temporada no inferno. Em 2001 dirigiu Savannah Bay, de Marguerite Duras em temporada nacional. Como atriz de teatro trabalha há quatro anos com Monique Gardenberg, no espetáculo Os sete afluentes do Rio Ota. Com a morte do marido Rogério Sganzerla, nos, vítima de um tumor cerebral,assumiu o texto, a produção de "Luz nas Trevas – a Volta do Bandido da Luz Vermelha" (2010), retomando a continuação que Sganzerla havia escrito para "O Bandido da Luz Vermelha", clássico de 1968. Dividiu a direção com o diretor Ícaro Martins, e colocou no mundo o filho do bandido de 1968, com Djin Sganzerla (filha de Helena e Rogério), André Guerreiro Lopes e o cantor Ney Matogrosso no elenco.

Sobre Inezita Barroso – Inês Madalena Aranha de Lima nasceu em 04 de março de 1925 no Bairro Barra Funda na capital paulista. Começou a cantar aos sete anos de idade. Aos nove, já admirava o poeta modernista Mário de Andrade, que morava ao lado de sua casa à Rua Lopes Chaves na Barra Funda, em São Paulo, a quem esperava passar todo dia enquanto brincava de patins. Aos 11 anos, começou a estudar piano. Desde criança, conhecia Raul Torres que, tendo sido colega de seu pai na Estrada de Ferro Sorocabana, ia com freqüência à sua casa, onde cantava quando ela fazia aniversário. Apesar de ter sido criada na capital, Inezita tinha verdadeira paixão pela música caipira. Seu contato com a natureza era nos finais de semana e quando passava as férias na casa de parentes que moravam na roça. Desde cedo desenvolveu o gosto pela música caipira, mas enfrentou duros preconceitos, pois na época cantar e tocar viola não era atividade para mulher. A família era totalmente contra. Inezita fez faculdade de Biblioteconomia, pois tinha verdadeira adoração por livros. Casou-se na década de 40 com um pernambucano e iniciou sua carreira cantando músicas folclóricas recolhidas por Mário de Andrade, na Rádio Clube do Recife. O nome Inezita Barroso surgiu de seu nome Inês que também era o nome de sua mãe, e Barroso era o sobrenome de seu marido. Desde 1980 Inezita Barroso apresenta o tradicional Programa Viola Minha Viola da TV Cultura de São Paulo, que já está no ar há 29 anos. Ela se apresentou na terceira edição do programa, daí para frente passou a comandar a apresentação do programa ao lado de Moraes Sarmento. Hoje aos 86 anos Inezita Barroso continua viajando por todo o Brasil realizando seus shows juntamente com o Regional liderado por Joãozinho, e continua apresentando o tradicional "Viola Minha Viola". Em sua gloriosa carreira Inezita soma mais de 60 discos gravados entre 78 rpm, Lps e Cds. Neste ano ainda lançará seu mais recente trabalho, e tem o projeto de gravar seu primeiro DVD ao vivo ainda neste ano. Saiba mais: Tudo sobre Inezita no Sítio Oficial: www.inezitabarroso.com.br.

Sobre Osmar Santos – Nascido em Osvaldo Cruz em julho de 1949, Osmar Santos, o "Pai da Matéria", foi um dos maiores narradores esportivos do Brasil. Seus jargões, de estilo inovador como "Ripa na Chulipa" e "Pimba na Gorduchinha", permanecem até hoje na memória popular. Seu início de carreira foi em 1963, aos 14 anos, na Rádio Clube de Osvaldo Cruz, destacando-se mais tarde no Rádio de Marília, até ser contratado pela Jovem Pan (SP) em 1972. Em São Paulo, Osmar Santos foi o pivô de uma revolução no Rádio esportivo, tendo introduzido uma forma diferenciada e criativa nas transmissões esportivas. Em 1977, aceitou o desafio de comandar o Sistema Globo de Rádio, na época ainda Rádio Nacional, onde transmitiu a histórica final de 77, cujo campeonato marcou o fim da agonia corinthiana de 22 anos sem títulos. Outro fato marcante na sua trajetória é a sua participação no movimento político do país: "Diretas Já", em 1984, num dos momentos mais importantes da "História do Brasil". Fenômeno de comunicação, atuou também com destaque na TV. Sua trajetória vitoriosa foi interrompida bruscamente no dia 22 de dezembro de 1994, quando foi vítima de um grave acidente na BR 153, trecho que liga Marília a Lins. Esse acidente calou a voz do maior locutor esportivo do Rádio brasileiro, após o acidente, que o forçou a interromper a carreira, Osmar Santos passou a se dedicar à pintura. Segundo Washington Olivetto, "a história do rádio deve ser contada em dois capítulos: antes e depois do Osmar". Saiba mais sobre a campanha “Gorduchinha 2014”: www.gorduchinha2014.com.

Sobre Paulo Vanzolini – Juntamente com Adoniran Barbosa é reconhecido como o grande nome do samba paulista. Filho do engenheiro Alberto Vanzolini, aos quatro anos mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, onde seu pai iria construir, no bairro da Tijuca, o prédio do Instituto de Educação. Durante os dois anos em que passou a infância no Rio, começou a tomar gosto pelos programas musicais que ouvia no rádio. Veio a Revolução de 1930 e a família voltou para São Paulo, onde seu pai foi ser professor da Escola Politécnica. A paixão pelo samba surgiu desde que tinha dez anos de idade. Cursou o primário no Instituto Rio Branco e depois concluiu o ginásio numa escola pública estadual. Gostava de ir aos bailes na sede do Glorioso Futebol Clube, perto de sua casa, e lá se sentava ao lado da orquestra, somente para ouvir música. Na adolescência começou a freqüentar rodas de malandros, cultivando desde então uma combinação peculiar entre boemia e paixão pelos estudos. O interesse por zoologia de vertebrados levou-o a cursar a Faculdade de Medicina onde se diplomou em 1947. Entre s pérolas que compôs para a Música Popular brasileira, destacam-se “Volta por Cima” gravada por Noite Ilustrada e “Ronda”, que teve a primeira gravação por Inezita Barroso. Leia mais: http://www.dicionariompb.com.br/paulo-vanzolini/biografia.

Sobre Silvia Vinhas – Começou no jornalismo em 1990 nos Estados Unidos, como correspondente da Rede Bandeirantes. Foi a primeira mulher a participar de coberturas automobilísticas na Formula Indy. Ficou conhecida na equipe de Luciano do Valle, que comandava o Show do Esporte no domingo. Foi correspondente de automobilismo, basquete NBA, futebol americano NFL, de 90 à 93 quando retornou ao Brasil. Apresentou todos os jornalísticos esportivos da emissora.Esporte Total, Faixa Nobre do Esporte e o Show do Esporte , aos domingos , com Elia Jr, e depois com Fernando Vanucci. De 2000 a 2004 trabalhou como repórter no SBT e no programa esportivo da Federação Paulista de Futebol. Em 2004 voltou ao grupo Bandeirantes, no canal Bandsports. Apresentou o Bandsports Golf Club de 2004 a 2009. Participou de cinco Copas do Mundo e Cinco Olimpíadas. Atualmente apresenta o Bandsports News, noticias esportivas, diariamente às 11 da noite. Na TV Unip, apresenta desde 2002 o programa “Opinião Livre” e desde agosto de 2010 comanda o “Conectado”, jornalístico de hora em hora na MegaTV . Saiba mais: www.silviavinhas.com.br.

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