Cartoon Network apresenta os resultados de pesquisa sobre comportamento infantil

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O Cartoon Network, líder de audiência entre os canais de TV por assinatura no Brasil, acaba de anunciar os resultados da pesquisa KIDS EXPERTS, iniciativa que busca aprofundar o conhecimento sobre hábitos e comportamento infantil, assim como sobre a percepção que elas têm de si mesmas e do mundo. O levantamento engloba dados referentes a interesses e preferências de entrevistados de todo o País. Os temas avaliados foram ser criança, amigos, consumo, mundo e tecnologia.

 Tendo como objetivo uma melhor compreensão sobre o comportamento das crianças no ato de compra, suas aspirações e valores, o estudo usou como metodologia técnicas como entrevistas em profundidade com crianças, mães e professoras; observações dos momentos de compra com meninos e meninas de 6 e 7 anos e 10 e 11 anos, relacionadas a três temas distintos: brinquedos, roupas e tecnologia – às crianças, era dada a tarefa de comprar um presente para uma outra criança amiga/o do moderador até R$200, sendo que elas escolhiam o shopping e lojas que queriam visitar; exercícios qualitativos como desenhos; e entrevistas online aplicadas por meio do site www.cartoonnetwork.com.br

 O tema, ser criança teve como objetivo avaliar o significado da infância para pais, professores e crianças de diferentes faixas etárias. Ao serem questionados sobre qual é o melhor aspecto de ser criança, a maioria dos meninos, 28%, entre 7 e 15 anos respondeu que é poder brincar com brinquedos e jogos, enquanto para a maioria das meninas na mesma faixa etária, 22%, é poder brincar com os amigos. Já o pior aspecto em ser criança é, para os meninos, levar bronca dos pais e fazer lição de casa, segundo 38% dos entrevistados. As meninas responderam à mesma pergunta dizendo que o pior de ser criança é não poder ir onde querem, resposta de 44% das entrevistadas.

 O estudo sobre amigo enfocou a percepção que as crianças têm delas mesmas e de seu círculo de amizades. Uma das questões focava no aspecto que as crianças mais valorizam em uma amizade. Meninos e meninas responderam igualmente que é poder confiar os seus segredos, 33% dos garotos e 45% das garotas. Sobre o que mais conversam? Os meninos falam de videogames, 49% das respostas e as meninas conversam sobre outros meninos e meninas, 34% do total.4

 Foi feito também um levantamento sobre a relação das crianças com o consumo. A pesquisa propôs uma observação etnográfica dos momentos de compra com meninos e meninas de 6 e 7 anos e 10 e 11 anos, relacionando três tipos diferentes de itens: brinquedos, roupas e tecnologia. Seguem alguns resultados interessantes:

Os meninos dispersam mais, escolhem inicialmente o dobro dos itens que as meninas, mas em tecnologia a dificuldade para escolher algum item foi igual para ambos os sexos. Dentro do shopping center as meninas vão direto ao que querem, escolhendo a loja por impulso. Os meninos são mais dispersivos e olham toda a loja antes de decidir.

 E o que elas pensam do mundo atual? A fim de mapear o que as crianças pensam do mundo e quais são suas expectativas, o estudo trouxe resultados curiosos. Por exemplo, questões sociais como drogas, pobreza, violência, guerras e problemas ecológicos como aquecimento global e desmatamento já inquietam as crianças, tendo sido os assuntos mais citados como suas maiores preocupações. Quando se trata de sua vida particular, o que mais as preocupa é a responsabilidade com os estudos e em tirar boas notas, se dar bem com seus amigos e que seus pais não fiquem desempregados. Sobre suas aspirações, a profissão de sonho da maioria dos garotos é ser jogador de futebol, 21%. As meninas sonham em se tornar veterinárias, 17% do total de respostas desse grupo.5

 O KIDS EXPERTS revelou um grande interesse das crianças por tecnologia. O estudo mostra que MP4 e MP3 players e IPod são os principais objetos de desejo de meninos e meninas, com 36% e 49%, respectivamente.6
A pesquisa revela também outros dados comportamentais das crianças em relação à tecnologia ao propor a compra de aparelhos eletrônicos na tarefa de observação etnográfica dos hábitos de consumo.

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