CHICO REI E AS MINAS

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O discurso feminista ganha cada vez mais força com o empoderamento das mulheres na sociedade. Para incentivar essa discussão, a Chico Rei produziu uma campanha, Poder às Minas, com funcionárias posando como modelos. O objetivo é reforçar que cada um deve usar o que gosta, independente de estética e rótulos pré-concebidos. A ação vai mostrar as mulheres vestindo seus temas preferidos de coleções da marca.

O autor da ideia é o diretor Bruno Imbrizi, de 29 anos, sócio- fundador da Chico Rei ao lado do André de Andrade, 32. ‘Nós enxergamos nas camisetas muito mais do que uma forma de se vestir. Falamos com a mulher que luta pelo seu espaço e que não se contenta com o status imposto a ela, tampouco que lhe digam como ela deve se comportar. A Chico Rei se identifica com a mulher que vem ganhando cada vez mais espaço buscando empoderamento e lutando pelos seus direitos’, diz Bruno.

Criada em 2008, a Chico Rei fechou 2015 líder em seu segmento e com venda para todos os estados do Brasil, chegando em mais de 2.400 cidades e 30 países.Sucesso entre mulheres, homens, crianças e jovens, a marca também se destaca pela comunicação franca, irreverente e despojada com o público.

Como surgiu a ideia do nome Chico Rei: Reza a lenda que Galanga, príncipe no Congo, foi trazido para o interior de Minas Gerais como escravo, sendo batizado com um nome português: Francisco. Com coragem e sagacidade, Chico juntou ouro a fim de comprar sua alforria. Após sua libertação, o herói continuou trabalhando e comprou a Mina da Encardideira, de onde tirou riquezas suficientes para libertar outras centenas de escravos. Com isso, reconstruiu sua tribo do Congo, agora em terras mineiras, transformando-se em Chico Rei. Com uma inspiração dessas, o nome não gerou dúvidas: a primeira opção foi escolhida de cara e ficou para sempre como sinônimo de liberdade e brasilidade.

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