Honda comemora recorde de produção

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Para atingir 10 milhões de unidades produzidas desde o início de suas atividades, em 1976, até a última sexta-feira (4/8), a Moto Honda da Amazônia sempre seguiu a filosofia de aliar alta tecnologia e qualidade em seus produtos. E nesses anos de trabalho dedicados à satisfação do público, a empresa continua investindo tanto em lançamentos, quanto no padrão de serviços pós-venda, aspectos que contribuíram para essa conquista.

Com essa estratégia, a Honda amplia constantemente seu line up, incorporando cada vez mais modelos e oferecendo opções para todos os estilos de consumidor, seja para o uso no lazer, esporte, locomoção ou trabalho. O resultado é uma linha nacional com modelos de 100 cm3 até 750 cm3, além de opções de motocicletas importadas que vão de 600 cm3 a 1.800 cm3.

A mais recente prova desse compromisso é a POP 100, lançada em janeiro de 2007, e que até junho já soma 69.021 unidades produzidas. Além disso, Biz 125, CG 125 Fan e CG 150 Titan completam o histórico de sucesso, mostrando que juntas representam mais de 60% da produção total da marca.

A fábrica, que produz aproximadamente 90 mil peças por dia, entre componentes do motor, engrenagens, guidão, rodas e escapamentos, chegou ao índice médio de nacionalização de 70% entre os modelos, sendo que CG 150 Titan e CG 125 Fan alcançam índices de 95% e 99%, respectivamente. Além disso, é uma das cinco maiores do Grupo Honda no mundo, com investimento superior a US$ 600 milhões desde o começo de suas operações, quando possuía 91.400 m² de área construída e 257 funcionários. Hoje, além de ocupar um terreno de 661.000 m2, com área construída de 193.000 m2, dispõe de 8.500 colaboradores e gera mais de 30 mil empregos indiretos.

Com 81,3% de participação nas vendas do mercado de janeiro a junho desse ano, segundo dados da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), a fábrica está preparada para atender a demanda de 1,35 milhão unidades ao ano – sendo 1,24 milhão destinados ao mercado interno e 110 mil para exportação. Atualmente, produz 13 modelos em suas quatro linhas de montagem. Diariamente, são mais de 6.000 unidades prontas para ser entregues nas concessionárias de todo o país. Em 1999, por exemplo, a produção diária ficava na casa das 1.500 unidades.

Trajetória de sucesso

No seu primeiro ano (1976) de atividade e de adaptação à região e à mão-de-obra local, a fábrica produziu 2,2 mil unidades. O primeiro milhão de motocicletas foi alcançado em 1987, mesma época em que a Honda Motor Co. completou 50 milhões de unidades fabricadas em todo o mundo. Após nove anos desse recorde, a empresa continuou investindo na política de buscar altos índices de nacionalização e a produção dobrou.

Em janeiro de 1999, a Honda superou três milhões de unidades. Na época, a motocicleta mais vendida já era a CG 125 Titan, que ocupava 57,2% do mercado, seguida da C100 Biz e CBX 200 Strada, respectivamente.

O mercado continuou evoluindo e, em 2000, a família CG 125, em sua quinta geração de sucesso, sempre incorporando importantes avanços tecnológicos, foi novamente protagonista do mercado ao ultrapassar dois milhões de unidades produzidas. Na época, esse volume contribuiu consideravelmente para a Honda alcançar a produção acumulada de quatro milhões de motocicletas em janeiro de 2001. A partir daí, a Honda passou a somar, em média, um milhão de unidades por ano.

Cada vez mais representantes na linha de montagem

Consagrada desde seu lançamento, em 1976 – como CG 125 -, até sua sexta geração lançada em 2004 (CG 150 Titan), a linha CG simboliza todo o empenho da Honda para se consolidar no mercado. Sua versão atual, a CG 150 Titan, representa 31,9% dos negócios da marca, com 204.897 unidades vendidas no primeiro semestre desse ano.

Com a proposta de tornar o transporte próprio uma realidade cada vez próxima do brasileiro, outros modelos ainda foram responsáveis pelo recorde de 10 milhões. Em março de 2005, a linha nacional ganhou força com o lançamento da CG 125 Fan. Rapidamente, a motocicleta superou as expectativas e se tornou a segunda mais vendida da marca – e terceira do mercado -, acumulando 513.272 unidades comercializadas desde seu lançamento. Segundo dados da Abraciclo, no acumulado de janeiro a junho de 2007, por exemplo, representa 18,1% de participação (142.728 unidades vendidas), seguida do modelo Biz 125, com 13,3% (105.479 unidades vendidas) no mesmo período.

Em dezembro do ano passado, a Honda apresentou a POP 100. Projetada para um público diversificado, chegou como alternativa de locomoção para quem valoriza eficiência e funcionalidade, tanto nos centros urbanos, como nas cidades do interior, aliando a qualidade e confiabilidade da marca. Conclusão: 52.170 unidades comercializadas desde seu lançamento, passando a ser a quinta mais vendida do setor.

Lançada para quem deseja se diferenciar no dia-a-dia, a CG 150 Sport foi mais uma alternativa da Honda no segmento street sport, enquanto a on-off NXR 150 Bros confirmou habilidade e conforto para transpor terrenos irregulares com desenvoltura. A linha nacional ainda tem opções para o segmento profissional, como é o caso da CG 150 JOB, homologada para transporte de carga.

Na faixa de 250 cm3, estão CBX 250 Twister e XR 250 Tornado, que reúnem características como resistência e versatilidade. Devido ao constante crescimento no número de adeptos do motociclismo off-road, a Honda iniciou ainda a comercialização da CRF 230F no ano passado, sendo o primeiro modelo especificamente projetado para o segmento fora-de-estrada. Destinadas ao público que busca motocicletas de média cilindrada, com autonomia em viagens de média distância, a marca oferece a NX4 Falcon, a naked CB 600F Hornet e a custom Shadow 750.

De toda a produção da Honda em Manaus, ainda há uma parte destinada ao mercado externo. Atualmente, 17 modelos são exportados para mais de 70 países de todos os continentes, sendo 6 produzidos exclusivamente para o mercado externo e 11 da linha nacional. Nesse ano, a previsão é exportar 110 mil unidades.

 

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