O OUTUBRO ROSA DO CÂNCER DE MAMA

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Outubro é o mês da conscientização sobre a importância da prevenção e detecção precoce do câncer de mama, o chamado Outubro Rosa. Neste ano, o Hospital Nove de Julho lança uma websérie com quatro vídeos que contarão histórias de três pacientes que superaram a doença. O mastologista e oncoplástico da Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho, Dr. Evandro Fallacci Mateus, também participa da ação.

“Nosso objetivo com esta ação foi reforçar a importância do diagnóstico precoce, pois aumenta as chances de cura, além de alertar para a quebra de paradigmas sobre a doença”, reforça o médico. Os vídeos desmistificam algumas crenças como: câncer de mama geralmente não acomete mulheres jovens e somente quem tem histórico da doença na família faz parte do grupo de risco. “As que têm histórico são as que se cuidam mais, pois têm receio de viver o que alguém da família já passou”, ressalta o médico. Outro ponto mostrado é que as mulheres não se conhecem, muitas não realizam o autoexame por medo ou por angústia de tocar nas próprias mamas. “É comum ouvirmos que os companheiros descobrem um caroço e as alertam”, completa.

Dividida em quatro capítulos, a websérie será exibida semanalmente no canal do Youtube do Hospital. O primeiro trata sobre a descoberta da doença das pacientes Fabiana Monte, 37 anos, Ana Paula de Almeida, 34 anos, e Therezinha de Jesus, de 56 anos, bem como o impacto na vida delas e dos familiares. Os demais episódios serão veiculados nos dias 11, 18 e 25 de outubro e trarão as dúvidas que elas tiveram sobre o tipo de tratamento e como ficou a vida social nesse momento; e, finalmente, a alta e o pós-alta – o que fazer depois do tratamento, cuidados, a remissão etc.

Além da websérie, a ação inclui também posts sobre o tema no blog Sua Saúde, com links Facebook e Twitter. Internamente, a campanha também será veiculada nos canais digitais para os médicos e pacientes.

Outra informação que a série traz é a de que existem tipos diferentes de câncer de mama, e, consequentemente, os tratamentos são cada vez mais específicos. “Com os novos conhecimentos sobre o perfil biológico de cada tumor e seu comportamento podemos adequar com mais eficácia a quimioterapia, a radioterapia, a hormonioterapia e até a cirurgia”, finaliza Dr. Evandro.

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