VACINAÇÃO CONTRA O HPV PELA VIDA DA MULHER

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Em apoio à campanha do Ministério da Saúde do Brasil, Organização Pan-Americana da Saúde destacou a importância, segurança e eficácia dessa vacina na prevenção do câncer do colo do útero, que registrou cerca de 530 mil novos casos em 2012 – com 7,5% de todas as mortes por câncer do sexo feminino.

Com o lançamento da campanha publicitária do Ministério da Saúde do Brasil para sensibilizar pais e responsáveis sobre a importância da vacinação contra o papilomavírus humano (HPV), a Representação da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no país destacou a importância, segurança e eficácia dessa vacina na prevenção do câncer do colo do útero.

A decisão do Ministério da Saúde de imunizar, além das adolescentes de 9 a 13 anos, meninas e mulheres de 9 a 26 anos vivendo com HIV e aids, vai de encontro às recomendações da OPAS/OMS. A organização tem atuado para que essas medidas preventivas sejam implantadas em todos os Estados-membros.

Para a OPAS/OMS, a vacinação contra HPV é a medida de saúde pública mais custo-efetiva contra o câncer do colo do útero – quarto tipo mais frequente em mulheres, com um número estimado de 530 mil novos casos em 2012, representando 7,5% de todas as mortes por câncer do sexo feminino.

‘Proteja o futuro de quem você ama’

Com o slogan “Proteja o futuro de quem você ama”, a campanha publicitária será veiculada entre os dias 3 e 15 de abril, tendo como protagonistas a atriz Carolina Kasting e sua filha de 13 anos.

A meta é vacinar cerca de 1,7 milhão de meninas de nove anos em todos os 5.570 municípios do país, além de incluir as de 10 a 13 anos que ainda não se vacinaram ou não completaram as duas doses necessárias para a efetiva imunização. A vacina tem 98% de eficácia.

Para meninas e mulheres vivendo com HIV e Aids, o esquema vacinal consiste na administração de três doses. A segunda dose deve ser administrada dois meses depois da primeira e a terceira, seis meses após a primeira (0, 2 e 6 meses).

Acompanhe pelas páginas no Facebook da OPAS/OMS (aqui) e do Ministério da Saúde do Brasil (aqui). Outras informações sobre o tema, clique aqui.

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