BRASILEIROS LIGADOS NOS VÍDEOS ONLINE

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Segundo o AdReaction 2015, os usuários multi-telas já assistem vídeos quase um terço do tempo via dispositivos móveis. Porém, ainda são menos receptivos à propaganda nas plataformas digitais, o que implica em um maior desafio para os anunciantes. Facilidade e diversidade são as palavras que melhor descrevem a forma que a audiência brasileira prefere assistir vídeos pela internet. Foi o que o estudo AdReaction: Criatividade em Vídeo no mundo digital, realizado pela agência líder de pesquisa de mercado, Millward Brown, revelou. A pesquisa analisa o consumo de vídeos em diferentes telas (televisão, smartphone, computador, etc) e as implicações para os anunciantes.

O estudo comprovou que as telas digitais são tão importantes quanto a televisão, já que os usuários multi-telas passam quase o mesmo tempo assistindo à vídeos online, quanto assistindo TV. Apesar da grande oportunidade que as plataformas digitais demonstraram ter para os anunciantes, o AdReaction indica, que os brasileiros mostram menor aceitação à publicidade online: em computadores (32% são favoráveis), em smartphones (30%) e tablets (26%). Já em relação à publicidade na TV, o brasileiro tem uma receptividade maior, com 46% dos usuários mais favoráveis, ultrapassando em 14% a média global, onde 32% são favoráveis à propaganda em TV.

“Não podemos pensar as campanhas para plataformas online e offline da mesma forma, é preciso respeitar o que os usuários preferem em cada contexto. O aprendizado trazido pelo AdRection nos ajuda nesse processo porque, na medida em que aprendemos como o consumidor se comporta no meio digital, poderemos planejar e desenvolver comunicações para o online mais eficientes e eficazes”, afirma Valkiria Garré, CEO da Millward Brown no Brasil.

Os especialistas da Millward Brown apontam algumas formas dos profissionais de marketing ultrapassarem as barreiras atuais:
– Os consumidores são receptivos ao targeting, mas não querem se sentir vigiados. Os usuários estão mais abertos a assistir peças publicitárias que levam em conta seus interesses pessoais (48%) e suas preferências de marca (47%), mas em geral são menos favoráveis aos anúncios baseados unicamente em seu histórico de busca e navegação na internet, sem uma análise mais profunda.

– Querem se sentir respeitados e no controle. O anunciante precisa ganhar o direito de ter a atenção do consumidor. A pesquisa aponta que 66% dos brasileiros são mais favoráveis ao formato que oferece a alternativa de parar a transmissão do anúncio (“pulo”) em dispositivos móveis. O pulo em pre-roll tem 48% de favorabilidade e o pulo de pop-up em mobile chega a 46%. Para 49% dos brasileiros, a publicidade nesses canais também é aceitável se houver uma recompensa interessante.

– O conteúdo ainda é o rei. O estudo AdReaction concluiu que o processo de criação deve contemplar o formato “digital” desde o início para otimizar a penetração dos anúncios em todas as telas. Mesmo que o formato “skippable” (que permite o “pulo”) seja um desafio criativo, é o preferido dos usuários. Por isso o conteúdo é a melhor maneira de prender a atenção do consumidor: 34% dos usuários aceitam bem elementos de humor e 28% preferem que a marca estabeleça sua proposta rapidamente, aumentando o impacto do anúncio.

O AdReaction analisou o uso e o comportamento de 13.500 consumidores, usuários de multitelas em 42 países, com idades entre 16 e 45 anos. Os resultados apresentados na pesquisa ajudam a compreender como, onde e por que as pessoas veem vídeos, quando elas estão receptivas à publicidade e quais as abordagens funcionam melhor em cada tela.

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