MICROSOFT: O QUE PENSAM OS INTERNAUTAS

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Pesquisa Microsoft revela que a esmagadora maioria dos usuários da Internet dizem que a tecnologia está tornando o mundo melhor, mas entrevistados em países em desenvolvimento e desenvolvidos divergem sobre como isso irá afetá-los daqui para frente.

DAVOS, Suíça, 19 de janeiro de 2015 (PRNewswire) – Uma pesquisa de usuários de Internet ao redor do mundo, conduzida pela Microsoft Corp. mostra que uma esmagadora maioria acredita que a tecnologia irá fazer do mundo um lugar melhor para viver e facilitou muito a vida para se fazer compras, trabalhar, estudar, aprender e, geralmente, fazer milhares de coisas, se relacionar com outras pessoas.

Existem, todavia, diferenças notáveis em certas atitudes em relação à tecnologia pessoal entre as economias desenvolvidas e em desenvolvimento. Os países em desenvolvimento expressam entusiasmo generalizado sobre os benefícios da tecnologia – incluindo o seu impacto sobre as obrigações sociais, a economia partilhada e o crescimento pessoal – enquanto os países desenvolvidos, onde a tecnologia é mais onipresente, expressam preocupações sobre questões emergentes como a segurança da rede.

A Microsoft revelou os resultados do seu novo estudo nesta segunda-feira, antes do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. O relatório, intitulado “Pontos de vista de todo o mundo: segunda pesquisa anual sobre como a tecnologia está mudando o nossas vidas”, numa tradução literal, abrange os pontos de vista de 12.002 usuários de internet em 12 países. Este é o segundo ano consecutivo que a empresa encomendou o estudo.

“Os usuários de Internet esmagadoramente dizem que a tecnologia pessoal está tornando o mundo melhor e mais vital”, disse Mark Penn, vice-presidente executivo e diretor de estratégia da Microsoft. “Mas há uma divergência digital nas atitudes dos utilizadores da Internet nos países em desenvolvimento e os países desenvolvidos a respeito de como a tecnologia irá afetá-los daqui para frente.”

Entre as conclusões gerais da pesquisa destacam-se:

A maioria dos entrevistados em todos os 12 países acreditam que a tecnologia pessoal tem tido um impacto positivo sobre a sua capacidade de encontrar produtos mais acessíveis e começar novos negócios. Eles também dizem que se beneficiaram do ativismo social, bem como da inovação nos negócios.

A maioria em quase todos os países pensa que a tecnologia pessoal melhorou a produtividade. Em comparação com os resultados do ano passado, mais entrevistados dizem que a tecnologia teve um impacto positivo sobre o transporte e alfabetização, enquanto dizem que beneficiou laços sociais, a liberdade pessoal e expressão política, apontam que esse também é uma preocupação.

A maior preocupação, porém, está no impacto da tecnologia sobre a privacidade, quesaltou significativamente.

De fato, em 11 dos 12 países, a maioria dos usuários de Internet disse que o efeito da tecnologia sobre a privacidade foi negativo. Na Índia e na Indonésia, a maioria apontou que proteções legais vigentes para os usuários de tecnologia pessoal são insuficientes e somente nesses dois países, a maioria das pessoas se sente plenamente consciente dos tipos de informações pessoais coletadas.

Como observado anteriormente, atitudes em relação à tecnologia em desenvolvimento e economias desenvolvidas divergiram em várias áreas emergentes chave:

Sessenta por cento dos utilizadores da Internet nos países em desenvolvimento, em comparação com apenas 36 por cento das pessoas nos países desenvolvidos, acha que a tecnologia pessoal tem tido um impacto positivo sobre os laços sociais.

A pesquisa foi realizada entre 17 dezembro de 2014, e 1 de janeiro de 2015, e usuários da Internet pesquisados no Brasil, China, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Japão, Rússia, África do Sul, Coreia do Sul, Turquia e os EUA

É uma pesquisa que exige reflexão profunda, por isso se você lida com o tema e/ou com planejamento digital, é melhor ler a pesquisa por completo. Faça download de todos os dados aqui. Boa leitura! Bom trabalho!

 

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Sobre o autor

Carlos Franco

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