RIO 2016: MAIORIA VERÁ OS JOGOS PELA TV

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Uma pesquisa nacional realizada pela Millward Brown em junho desse ano com mulheres e homens acima de 16 anos das classes A B e C, mostra que sim. Mais de 80% da população estava acompanhando as obras no Rio de Janeiro, 41% seguia o revezamento da tocha e 33% informava-se sobre algumas categorias e disputas classificatórias.

Dos entrevistados, apenas 9% pretendiam acompanhar o evento presencialmente, sendo que a maioria (79%) deve assistir as competições remotamente. E por qual meio? Boa parte pela TV (78%), seguida pelo computador (22%), celular (15%) e tablet (5%).

“Realizamos a pesquisa para entender o nível de envolvimento do brasileiro com a competição, dado que acontece em um momento de bastante incerteza política e econômica no país. E o que percebemos é que o brasileiro vai acompanhar o evento pela televisão, gerando uma grande oportunidade para as marcas”, afirma Valkiria Garré, Diretora Executiva da Millward Brown Brasil.

Entre as razões mencionadas para a decisão de não compra de ingressos temos um equilíbrio entre indisponibilidade nas datas (30%), falta de interesse (27%) e avaliação de preços muito altos (26%). Quem efetivamente tentou comprar, achou o preço caro (7%), não encontrou a modalidade que desejava (6%) ou já tinha esgotado (5%).

Desses 9% que vão acompanhar a competição ao vivo, 2% moram no Rio de Janeiro, 5% viajarão para a cidade e os outros 2% assistirão na sua cidade, fora do Rio de Janeiro. Quanto à origem dos ingressos, 7% das pessoas consultadas compraram e 2% ganharam.

As modalidades de maior interesse do brasileiro são muito semelhantes para assistir ao vivo ou remotamente: futebol, vôlei, natação, vôlei de praia, atletismo, basquete e judô. Porém, quem vai às arenas também gosta de ciclismo e luta olímpica. Já quem vai assistir pela tela, deve acompanhar ainda nado sincronizado e saltos ornamentais.

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