CONSUMO DE MÍDIA NO BRASIL SEGUNDO A MULLEN LOWE

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Uma pesquisa realizada pela Kantar IBOPE Media, apontou quais as preferências e os perfis dos consumidores de mídia presentes no Brasil. Utilizando uma base de dados do Target Group Index, o estudo traçou em detalhes, como ocorre o consumo dos serviços e produtos de mídia, bem como características sociais, demográficas e relacionadas ao estilo de vida dos entrevistados. Os meios de comunicação analisados foram: jornais, televisão, rádio, revistas e internet. Para José Borghi, da Mullen Lowe, antiga Borghi Lowe, é muito importante que se conheça a fundo o público interessado em mídia, sobretudo para que se aprimorem os conteúdos que são produzidos.

De acordo com o levantamento realizado, a televisão é o meio de comunicação que possui a maior penetração, no que se refere ao consumo, se comparado com os demais. Para 37% das pessoas entrevistadas, o momento de se assistir televisão ocorre simultaneamente ao de se utilizar a internet. As preferências dos brasileiros são: noticiários, novelas e filmes. As propagandas são de grande importância para 61% dos entrevistados, pois além de possuírem caráter informativo, constituem uma forma de se suscitar o diálogo entre as pessoas. A maior parte dos telespectadores é constituída por mulheres, sendo 53% na TV aberta e 51% na paga. José Borghi, da Mullen Lowe, que antes chamava-se Borghi Lowe, vê esses resultados como algo bastante positivo, sobretudo em relação aos dados coletados sobre propaganda.

Em relação ao rádio, 44% afirmaram serem ouvintes com assiduidade diária, constituindo a principal forma de entretenimento para 27% desses ouvintes. Dos ouvintes em questão, 52% são mulheres, contra 48% dos homens. A faixa etária dos que ouvem rádio varia entre 25 e 34 anos e são oriundos principalmente da classe AB. Os locais para se ouvir rádio são os mais variados, tais como transporte público, casa, local de trabalho, dentre outros. Borghi, da Mullen Lowe destaca que o rádio adequou-se aos tempos, colocando-se como uma das preferências dos brasileiros.

De acordo com a pesquisa realizada, a utilização da Internet sofreu um aumento de 32% nos últimos 5 anos. Como ocorre em outros meios de comunicação, a maioria dos usuários é formada por mulheres, constituindo 53% dos entrevistados. A classe AB, com presença de 51%, é a que mais navega atualmente. O tempo médio de navegação dos usuários questionados é de mais de 3 horas diárias e a faixa etária dominante vai de 12 a 19 anos. Conforme reporta José Borghi, da Mullen Lowe, os jovens possuem maior intimidade com o meio virtual, o que influencia em suas outras formas de consumo.

Para 40% dos entrevistados, o jornal é considerado o meio mais confiável de se obter informações. As mulheres são as maiores leitoras de revista, cerca de 61% das pessoas questionadas. Já os homens, são os principais leitores de jornais, com representatividade de 52% na pesquisa. A classe social AB constitui 49% dos que optam pela leitura de revista e 59% dos que preferem jornal. Ao lerem jornais, os assuntos que despertam maior interesse são referentes aos acontecimentos locais. Na leitura de revistas, as notícias do Brasil são as mais procuradas.

As expressões da publicidade na mídia

De acordo com a pesquisa “O consumidor de mídia brasileiro”, feita pelo Kantar Ibope Media através de dados obtidos do Target Index Group (TIG), as campanhas publicitárias são vistas como inspiradoras por grande parte da população brasileira, sendo possível identificar isso através dos bordões de comerciais que foram sendo adotados pela cultura popular, como por exemplo, o famoso “Não é lá uma Brastemp” e o “Bonita camisa, Fernandinho”.

Entre os entrevistados pela pesquisa, 61% consideram interessantes as campanhas publicitárias passadas na televisão e acreditam que elas geram assuntos para conversas e debates no dia a dia. O levantamento também divulgou dados sobre o perfil e o tempo médio diário que os brasileiros assistem televisão, comenta Borghi.

Segundo o que foi divulgado, os brasileiros ficam, em média, quatro horas e 28 minutos assistindo televisão diariamente. Para a maioria dos homens, mais precisamente 53%, a preferência é pelos canais da TV aberta, enquanto para 51% das mulheres, o que mais lhes interessa na televisão são os canais da TV a cabo. Em relação ao nível socioeconômico, informa José Borghi da Mullen Lowe, a audiência masculina que prefere a TV aberta é representada em 47% pela classe C. Já entre as mulheres, 57% das que disseram preferir a TV a cabo pertencem as classes A e B.

Quando o assunto é credibilidade, 40% da amostra da pesquisa afirmou considerar o jornal como o meio de comunicação mais confiável, de acordo com os dados do Target Index Group. Ao serem perguntados sobre o que pensam do jornal local, 82% disseram que confiam nas informações expostas neles, 72% afirmaram o mesmo sobre a Primeira Página de jornais de grande circulação, 47% sobre as noticias internacionais e 46% sobre o caderno esportivo.

Ainda segundo a pesquisa, destaca o publicitário da Mullen Lowe, os jornais são mais interessantes para os homens, enquanto as revistas despertam um maior interesse nas mulheres.

O levantamento também questionou aos entrevistados sobre a sua opinião sobre o rádio, chegando a conclusão de que 44% o utilizam diariamente. Para 27% dos entrevistados das regiões metropolitanas do Sul e Sudeste, o rádio é considerado como uma boa fonte de entretenimento. 88% afirmaram que o seu principal interesse no rádio é ouvir música, enquanto para 49% ele também é bom para se conferir as notícias locais. Perguntados como utilizam o rádio, 69% afirmou utilizar um rádio de pilhas, 27% o usam no carro e 18% o escutam pelo smartphone.

Já em relação ao meio de comunicação que mais cresce no país, a internet, o Target Index Group informou que o Brasil está passando por um período de democratização no acesso à rede, tendo sido visto que apenas nos últimos cinco anos, o acesso aumentou em cerca de 32% no país. Em relação ao gênero dos usuários, comenta o CEO da Mullen Lowe, anteriormente conhecida como Borghi Lowe, 53% dos internautas são mulheres e 47% homens.

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