Caruaru é coisa nossa

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Ontem, dia 9 de fevreiro de 2007, o frevo completou 100 anos de animação. Pernambuco fez festa e o ritmo musical, com sua dança típica, se tornaram patrimÕnio imaterial do Brasil. Hoje, a festa é no agreste pernambucano, na cidade de Caruaru, que também ganhou o mesmo título por sua feira de artesanato que revelou talentos como os de Mestre Vitalino, cujos bonecos de barro ilustram essa nota.

Hoje, a Feira de Caruaru movimenta negócios entre R$ 20 milhões e R$ 40 milhões semanalmente. O título visa preservar esse espaço comercial, onde o turista mais corajoso também pode saborear uma buchada de bode ao som das bandas de pifaros, aquelas flautas rústicas, sempre acompanhadas de uma zabumba e de um triângulo.

Com os títulos ao frevo e a Caruaru, o ministro da Cultura, Gilberto Gil, vai, na prática, ressaltando a diversidade cultural do Brasil, que o torna um País rico e único, no colorido, na dança e na arte. Tanto o frevo como Caruaru resistiram à globalização fazendo o movimento inverso: tornando-se globais e mais fortes, como sinônimos da bela cultura popular brasileira, que encanta olhares do mundo.

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