#SemÓdio, A ROBÓTICA POR UM MUNDO MELHOR PARA TODOS

0

A final do Torneio de Robótica First Lego League será hoje, dia 15 de março, em Brasília, e a expectativa é que a competição atinja níveis internacionais, pois os vencedores terão a chance participar de torneios no exterior, sendo o principal deles o World Festival, em Saint Louis, nos Estados Unidos, com as melhores equipes do mundo, além das etapas na Austrália e na África do Sul.

(#SemÓdio nossos jovens cientistas poderão construir um mundo melhor para todos, o que deixa ensandecidos “coxinhas-camarões”, nada contra coxinhas, o salgado, nem contra camarões, o crustáceo, mas essa se tornou uma junção explosiva a agrupar golpistas que querem ver sangrar o Brasil e os brasileiros na incapacidade de viverem em um mundo melhor, mais igualitário e com mais oportunidades para todos, não aprenderam ainda a conjugar o verbo no plural, o conjugam apenas no singular. Grifo nosso, da Revista Publicittà).

POR DANIEL LIMA, DA AGÊNCIA BRASIL

FOTO: ANTÔNIO CRUZ, DA AGÊNCIA BRASIL

Um dos objetivos do encontro é discutir a aprendizagem do futuro e fazer com que a busca pelo conhecimento seja mais instigante e criativa. As equipes são formadas por jovens, com idades entre 9 e 16 anos, que trouxeram para o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, além dos robôs, projetos interessantes, como ajudar surdos a ouvir música ou facilitar o ensino de matemática para crianças pequenas.

Adriano Machado, um dos juízes da competição, acredita que assistir à final pode ser um grande programa para a população de Brasília neste domingo. Empresário da área de engenharia mecatrônica, ele destaca que o evento é fundamental para fomentar a importância das carreias na área de ciências e tecnologia. Dez seletivas foram feitas no Brasil, com 3,5 mil estudantes de 9 a 16 anos, e as 60 melhores equipes vieram para Brasília

“Hoje, não só no Brasil, mas no mundo, vivemos a falta de cientistas. Então, essa é uma maneira lúdica de chamá-los e mostrar que, por trás de todos aqueles cálculos complexos que se vê durante todo o ensino médio e nos primeiros anos dos cursos de engenharia, existe muita coisa interessante”, disse. Ele avisa que a final, amanhã, mostrará um desempenho das equipes acima das expectativas. Já nas seletivas, informou, o nível foi muito alto: “As equipes que se classificarem estão em nível internacional, realmente. E apesar da competição, o clima é de parceria”.

A competição é promovida pelo grupo dinamarquês Lego e pela organização norte-americana For Inspiration and Recognition of Science and Technology (First), em mais de 80 países, e envolve mais de 200 mil jovens por ano. No Brasil, este é o décimo primeiro ano do campeonato, que ocorre há 17 anos no mundo. O Serviço Social da Indústria (SESI) está à frente do evento no país.

A professora Ana Paula Suzuki, de Catalão (GO), acredita que, além dos valores essenciais, que ressaltam nos estudantes o trabalho em equipe, é importante a cooperação entre eles, que aprendem também a ouvir. ”Acho que foi uma das principais características na vida deles. Acho que deveriam fazer competições como essas para outras faixas etárias e não só entre 9 e 15 anos. Conseguimos ver que ideias simples foram transformadas em modos interessantes de ensinar, por exemplo”, comentou.

A estudante Bruna Shultz, de 14 anos, vinda de Itapetininga (SP), estava radiante. “É gostoso estar aqui. É uma experiência muito nova. Nosso projeto tem a ver com a melhoria do aprendizado da política utilizando a tecnologia. Todos vão gostar”, disse, entre gritos e pulos comuns no ambiente da competição. Já Giovana Correa, de Goiânia, 13 anos, defendia a performance do robô de sua equipe: “Achei o encontro muito bom e diferente do nosso dia a dia. Isso deverá ter influência na nossa profissão no futuro. Penso em fazer engenharia civil”.

Com dois filhos pequenos, um no colo, a servidora pública Luana Salgado Quilici, pensa que a evento é importante para despertar a curiosidade científica nas crianças, trazer para realidade deles os estudos acadêmicos e despertar desde cedo o cientista que há dentro de cada um de nós.

 

 

 

Compartilhar.

Sobre o autor

Carlos Franco

Comentários desativados.

000-017   000-080   000-089   000-104   000-105   000-106   070-461   100-101   100-105  , 100-105  , 101   101-400   102-400   1V0-601   1Y0-201   1Z0-051   1Z0-060   1Z0-061   1Z0-144   1z0-434   1Z0-803   1Z0-804   1z0-808   200-101   200-120   200-125  , 200-125  , 200-310   200-355   210-060   210-065   210-260   220-801   220-802   220-901   220-902   2V0-620   2V0-621   2V0-621D   300-070   300-075   300-101   300-115   300-135   3002   300-206   300-208   300-209   300-320   350-001   350-018   350-029   350-030   350-050   350-060   350-080   352-001   400-051   400-101   400-201   500-260   640-692   640-911   640-916   642-732   642-999   700-501   70-177   70-178   70-243   70-246   70-270   70-346   70-347   70-410   70-411   70-412   70-413   70-417   70-461   70-462   70-463   70-480   70-483   70-486   70-487   70-488   70-532   70-533   70-534   70-980   74-678   810-403   9A0-385   9L0-012   9L0-066   ADM-201   AWS-SYSOPS   C_TFIN52_66   c2010-652   c2010-657   CAP   CAS-002   CCA-500   CISM   CISSP   CRISC   EX200   EX300   HP0-S42   ICBB   ICGB   ITILFND   JK0-022   JN0-102   JN0-360   LX0-103   LX0-104   M70-101   MB2-704   MB2-707   MB5-705   MB6-703   N10-006   NS0-157   NSE4   OG0-091   OG0-093   PEGACPBA71V1   PMP   PR000041   SSCP   SY0-401   VCP550   HP0-S42   70-483   101   000-080   1z0-434   CCA-500   CAP   1Z0-804   220-802   70-483   SY0-401   70-980   300-101   c2010-652   ICGB   1Z0-144   101   70-533   000-017   1Z0-060   640-916   9L0-012   MB2-704   9L0-066   2V0-621D   1Z0-144   1Y0-201   74-678   EX200   70-483   700-501   210-260   200-310   100-105  , JK0-022   350-080   300-070   CISSP   810-403   CAS-002   300-206   200-101   OG0-093   000-104   MB6-703   CISSP   1Z0-144   070-461   1Z0-060   SSCP