DIÁRIO DO GOLPE: GOLPE É GOLPE!

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A grande imprensa brasileira, com longa ficha corrida de apoio ao golpismo, está tendo que conviver nesse momento de crise política e institucional com a mídia estrangeira onde o jornalismo ainda é praticado e as reportagens visam informar e não desinformar seus leitores. Ainda que a mídia estrangeira desejasse seguir o conceito da mídia brasileira de que trata-se apenas um impedimento (diga-se que não tem base jurídica que o sustente pois não houve crime contra o patrimônio público), a sessão de votação para abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados, no último domingo, 17, presidida por Eduardo Cunha (PMDB/RJ), réu em processo de corrupção no Supremo Tribunal Federal (STF), foi por si só um escárnio. Manifestações misóginas e até uma homenagem a um cruel torturador num total desrespeito à memória coletiva de um país que recentemente saiu da ditadura deram o tom dos discursos dos apoiadores do impeachment. É preciso deixar claro que não existe nenhuma acusação de corrupção pesando sobre a cabeça de Dilma Rousseff. O resultado, portanto, não poderia ser outro, senão a imagem desse Brasil golpista na mídia estrangeira, como mostra a reportagem da TVT, um dos canais de comunicação independentes do país que tem compromisso com a informação ao contrário da grande imprensa brasileira tão afoita em concluir o golpe ao qual, em nome de uma elite que sonega impostos e direitos sobretudo os trabalhistas,  tem atuado visando caçar o voto de 54 milhões de eleitores que elegeram Dilma Rousseff em 2014. Confiram:

 

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