Elke Quântica Maravilha

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Elke Maravilha é um dos ícones do imaginário brasileiro. Ao longo de 34 anos de carreira tem provocado uma revolução estética e de costumes no panorama nacional através de sua postura artística e pessoal, bem como pela forma como se apresenta e comunica seu ideário. Parte significativa de sua trajetória será mostrada ao público na exposição “Elke Quântica Maravilha”, que a CAIXA Cultural promoverá a partir de 24 de agosto no Edifício Sé (Praça da Sé, 111). A entrada é franca.
 
Com curadoria de Rubens Curi, a exposição é composta de 30 fotografias e 56 peças, entre figurinos, jóias e acessórios criados pela artista, com elementos artísticos e artesanais de vários povos do mundo. As imagens retratam sua metamorfose através dos anos, da carreira de modelo (relembrada ao público no filme “Zuzu Angel) e atriz e de sua marcante atuação em programas de televisão. Durante a permanência da mostra também será exibido o documentário “ELKE”, de Julia Rezende, produzido pela Batoque Filmes.
 
A proposta desta exposição é mostrar o universo poético e criativo desta artista que imprime em sua história pessoal e profissional aquilo que ela mesma define como “minha alma à mostra”: uma estética que tem como fonte de inspiração comunicar e inter-relacionar culturas, povos, pessoas, idéias, tribos, propostas, releituras e reinvenções.
 
Segundo o curador Rubens Curi, a concepção da mostra é inspirada no conceito “caldo quântico”, forjado pela física quântica, e procura traduzir a dança das infinitas possibilidades nas quais Elke coreografa magistralmente, pois o eixo de sua personalidade artística está fundamentado no entendimento pessoal de que ela é “várias em uma’. “Desta forma, propõe-se a comunicar em sua obra-de-arte-ambulante, que a cada novo dia se nasce em um universo distinto, tanto de imaginário como de criação”, ressalta Curi.
 
A artista acredita ser a diversidade a grande riqueza humana e a convivência entre as diversidades o “grande barato” da vida. Assim, vem criando e escolhendo atenta e cuidadosamente peça por peça de seu vestuário e adereços, sempre bebendo na fonte das culturas dos vários povos, naquilo que eles têm de mais expressivo e universal, tanto na forma quanto no conteúdo.
 
Na abertura, dia 23 de agosto, para imprensa e convidados, será apresentado um trecho do espetáculo musical “Elke – do Sagrado ao Profano”, no qual ela interpreta canções e textos, acompanhada dos músicos Daniel Maccaferri (violões e guitarra), Leandro Ferro (percussão e bateria) e Yuri Steinhoff (baixo e bandolim), com direção de Rubens Curi.
 
A exposição “Elke Quântica Maravilha” ficará em cartaz de 24 de agosto a 23 de setembro, na CAIXA Cultural, Edifício Sé (Praça da Sé, 111), na galeria D. Pedro II  (térreo). O horário de visitação é de terça a domingo, das 9h às 21h. A entrada é franca. Mais informações podem ser obtidas pelo público através do telefone (11) 3321-4400 ou no site
www.caixacultural.com.br.
 

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