Feliz, muito feliz

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Hoje, dia primeiro de fevereiro, é dia de Santa Veridiana. É dia do publicitário. É o dia em que o Manifesto Comunista foi publicado em 1848, revelando ideais de homens que sonharam mudar o mundo e construir uma sociedade mais justa. Os tempos mudaram, porque desde aquela época, a sociedade se pôs a caminhar por novas trilhas, mais os ideais daqueles homens, de sermos uma sociedade mais fraternta e justa, continuam de pé. Oxalá a façamos a cada dia.

 Foi também no dia 1º de fevereiro, em 1901, que nasceu Clark Gable, o homem que conquistou as telas americanas. Um dia também, em 1902, que a China aboliu uma crueldade: as mulheres amarrarem os pés para que estes não ganhassem tamanho e os passos, a estrada. Glenn Miller também nasceu nesse dia, em 1904, para dar vida ao som das orquestras, embalando muitos sonhos. Foi também o dia, e este que fique na lembrança como símbolo da crueldade e intolerância, que Olga Benário foi morta num campo de concentração da Alemanha. A mulher que é mãe de Anita Leocádia Prestes, a quem agradeço o carinho que sempre teve quando me ensinava um pouco da história e da História da humanidade. Também foi o dia, em 1956, que JK expôs seu plano de metas.

É o dia, o de hoje, que inicio esse site na certeza de poder oferecer informação relevante e o melhor do meu trabalho. Nada disso faria, no entanto, algum sentido, não fossem todos aqueles que me acompanham, todos aqueles que ontem, hoje e sempre estarão ao meu lado, mais próximos ou distantes, porque este site e eu mesmo somos frutos daquilo que, ao longo de uma vida, plantamos. Agradeço a todos, especialmente àqueles que têm me dado sugestão ao longo dos últimos três meses para tornar esse site de notícias, algo mais vivo e real, embora virtual. A uma equipe, pequena, com vários agregados amigos, que me ajudou a transformar o que de início parecia sonho em realidade, ainda que uma realidade digital..

Aos publicitários, matéria-prima e fointe de informação, o meu obrigado. Aos assessores de imprensa, parceiros dessa empreitada, o meu apreço e reconhecimento. E, vamos que vamos, porque atrás de uma nota e de uma abertura, é preciso ter outra. É preciso fazer do jornalismo algo vivo. Oxalá que eu o consiga. Obrigado. Muitíssimo obrigado a todos.

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