O príncipe que não gosta de Big Mac

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A rede mundial de lanchonetes McDonalds, que tem se esforçado nos últimos três anos para oferecer produtos menos calóricos e ampliar o cardápio com saladas e iogurtes, sofreu outro duro golpe. Desta vez da monarquia britânica.

O príncipe Charles, filho da rainha Elizabeth II, perguntou em visita, esta semana, ao Centro para o Diabetes do London College, em Abu Dhabi, nos Emirados, se, para melhorar a alimentação da população, eles já haviam pensado em proibir a existência de cadeias de refeições rápidas, citando nominalmente o McDonalds.

Para o príncipe Charles “isso é fundamental”. Charles que é um entusiasta da alimenação orgância e da vida saudável, se viu forçado após as declarações e a reação da empresa global a emitir uma nota, mas o fez de forma a manter suas convicções alegando que “há tempos destaca a importância de uma dieta equilibrada, especialmente para as crianças”. A nota, segundo a agência internacional de notícias EFE, em reportagens que estão em sites abertos, acrescenta: “Na sua vista ao centro de diabetes, ele falou da necessidade de as crianças terem uma dieta variada e não abusarem de um alimento específico”.

O estrago está feito. Palavras do príncipe. E mais esforço do McDonalds para mostrar que tem um cardápio diversificado que não se limita aos famos e calóricos sanduíches de hambúrguer. .

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