O vôo da Gol nas asas da Almap

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A Almap/BBDO é a agência de publicidade que assina as belas peças publicitárias com as quais a Gol anuncia seu oitavo destino internacional, a cidade de Lima, no Peru. As peças imprensas, de uma campanha que também contará com comercial para rádio e ações na internet, trazem a imagem de flautas peruanas dispostas de forma a parecerem um avião. A veiculação será no Brasil e Chile, país que também terá vôos da Gol partindo para Lima diariamente. Haverá também adaptação de campanha para divulgação da rota no Peru. A criação é de Eduardo Andrietta e Marcus Kawamura (Revista/Outdoor) e Romero Cavalcanti (rádio), com direção de Tales Bahu, Rodrigo de Almeida.
A nova rota ocorre numa fase em que a empresa comemora seus resultados, que não foram afetadas pela queda de um Boeing no ano passado, que fez 154 vítimas.

A Gol Linhas Aéreas Inteligentes encerrou 2006 com receita operacional líquida de R$ 3,8 bilhões. O valor representou alta de 42,4% em relação ao alcançado no ano anterior, de R$ 2,7 bilhões. No último trimestre de 2006, a receita operacional líquida somou R$ 1 bilhão e foi 23,2% maior que a do mesmo período de 2005, quando havia ficado em R$ 821,1 milhões

No ano, o lucro líquido atingiu R$ 569,1 milhões (valores em US GAAP, modelo de contabilidade norte-americano), um incremento de 11% na comparação com o resultado de 2005, de R$ 513,2 milhões. O lucro líquido por ação foi de R$ 2,90, 9% maior do que o de 2005, de R$ 2,66. Em ADS, foi de US$ 1,36, 19,3% acima do US$ 1,14 do ano retrasado.

De acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, o lucro líquido atingiu R$ 684,5 milhões, um aumento de 61,2% em comparação a 2005, de R$ 424,5 milhões. O lucro líquido por ação foi de R$ 3,49, 60,8% maior que o de 2005, de R$ 2,17. Em ADS, foi de US$ 1,63, em 2006, 73,4% acima do US$ 0,94, em 2005.

A empresa terminou o ano com 65 aeronaves, das quais 11 entraram em operação no quarto trimestre. Com isso, de outubro a dezembro, passou a oferecer mais 102 freqüências diárias e inaugurou dois destinos domésticos — Imperatriz (MA) e Chapecó (SC). No mesmo período, a GOL acrescentou mais duas freqüências para Santiago, no Chile, elevando para cinco o número total de vôos diários para o país andino.

A companhia ampliou sua participação no mercado nacional de 30% para 37% entre o fim de 2005 e o fim de 2006. No mercado internacional, o avanço foi de 3% para 13%. Ao todo, a companhia transportou 17 milhões de passageiros em 2006. Apenas no 4T06, a GOL transportou 4,7 milhões de passageiros, uma expansão de 29,4% em comparação ao mesmo período de 2005. Além disso, a companhia conseguiu reduzir o custo operacional por assento disponível por quilômetro (CASK) em 11,1%, de R$ 0,1667 no quarto trimestre de 2005 para R$ 0,1482 nos últimos três meses de 2006 (resultados em US GAAP). O yield recuou 15,3%, para R$ 0,2314, no mesmo período.

“Sustentados pelo ciclo virtuoso, nos mantivemos fiéis ao nosso modelo de negócios o que permitiu alcançar bom resultados mesmo num período de adversidade”, afirmou Constantino de Oliveira Junior, presidente da Gol. “O impacto dos atrasos e cancelamentos enfrentados no quarto trimestre foram minimizados pelo esforço e dedicação de nossos colaboradores“.

Em 2007, a Gol incluirá mais 15 aeronaves à frota e obterá uma expansão de, aproximadamente, 50% na oferta de assentos na comparação com 2006. Apenas no primeiro trimestre, três aeronaves deverão entrar em operação, ampliando a atual frota de Boeing 737’s para 68 aviões. A GOL também inaugurará vôos para Lima, no Peru, ainda na primeira quinzena de fevereiro próximo.


 

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