Notice: A função add_theme_support( 'html5' ) foi chamada incorretamente. Você precisa passar um array de tipos. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 3.6.1.) in /home/u753479000/domains/revistapublicitta.com.br/public_html/wp-includes/functions.php on line 5865
Dia Nacional de Combate ao Fumo - Revista Publicittà Dia Nacional de Combate ao Fumo - Revista Publicittà

Dia Nacional de Combate ao Fumo

0

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), cerca de 200 mil trabalhadores são prejudicados por ano em todo o mundo pela fumaça no trabalho

A Aliança de Controle do Tabagismo (ACT) lança essa semana a publicação “Ambientes de Trabalho Livres de Fumo – Manual para Tornar sua Empresa mais Produtiva, Segura e Saudável”. O documento é dirigido a empresas e instituições – inclusive estabelecimentos públicos – que desejam adotar uma política de ambiente de trabalho livre do fumo. A partir de 29 de agosto,  estará disponível para download gratuito pelo site www.actbr.org.br. A iniciativa tem o apoio da Johnson & Johnson.

Segundo a socióloga Paula Johns, diretora executiva da ACT, o manual é um instrumento importantíssimo para ajudar as empresas a proporcionar um ambiente de trabalho mais saudável para todos.

“Os donos de empresas que adotaram essa medida, tiveram uma experiência muito positiva. É claro que, dentro de uma sociedade, cada um tem o seu papel a cumprir. O papel do empresário é zelar pela saúde dos seus funcionários e seus clientes; o papel do governo é fazer com que as leis existentes sejam cumpridas; e é nossa parte promover que cada um faça o seu dever de casa”, explica Paula.

É importante que as empresas tomem iniciativas por conta própria, porque infelizmente, como acontece em São Paulo, o poder público ainda é omisso em relação ao tema. Nem mesmo a lei federal que proíbe o fumo em ambientes fechados, em vigor desde 1996, é devidamente cumprida por falta de fiscalização.

O Manual, traduzido e adaptado para o Brasil pela ACT, será apresentado por Paula Johns, que é também membro do conselho diretor da Framework Convention Alliance e do Conselho Estadual de Entorpecentes de SP. O documento baseia-se nas diretrizes do artigo 8 da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, primeiro tratado global de saúde do qual o Brasil é signatário, e foi elaborado pela Global Smokefree Partnership (Parceria Global para Ambientes Livres do Fumo), organização não-governamental que reúne cerca de 500 instituições e parceiros, em mais de 60 países.

A Johnson&Johnson, parceira da ACT nesta empreitada, foi a primeira companhia no Brasil a receber oficialmente o selo Ambiente Livre do Tabaco, criado pela Secretaria Estadual da Saúde, voltado para estabelecimentos comerciais, prédios públicos e empresas interessadas em coibir o fumo em suas dependências, com o objetivo de garantir que o tabaco não prejudique a saúde de quem não é fumante.


Dia Nacional de Combate ao Fumo

 

Na véspera da comemoração do Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado em 29 de agosto, a apresentação do Manual é uma tentativa de incentivar as organizações sediadas no país a seguirem o exemplo de diversas empresas ao redor do mundo que já proporcionam ambientes de trabalho saudáveis e muito mais produtivos para os trabalhadores.

Nos países que já adotaram a proibição total de fumo em locais fechados, a medida é um sucesso. Um exemplo é o Smoke-free Air Act, de Nova Iorque, atestando que a proibição do fumo é uma solução viável para o problema.

Em pesquisa feita recentemente pela Data Folha, a grande maioria da população brasileira (88%) é contrária ao fumo em locais fechados, sendo 82% totalmente contra.  É interessante observar que 80% dos fumantes também são contrários ao fumo em locais fechados, sendo 69% totalmente contra.

Os resultados demonstram que a população está cada vez mais consciente dos riscos do fumo passivo. A exposição à fumaça é um problema grave, e nem a ventilação dos ambientes fechados consegue eliminar os diversos componentes tóxicos do cigarro.

Segundo a Sociedade Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Condicionamento de Ar (ASHRAE), o órgão de referência dessa área da engenharia nos Estados Unidos, “nenhuma tecnologia de engenharia de ventilação atual demonstrou controlar os riscos impostos pela exposição à PTA, apenas reduzi-los e controlar questões de conforto relacionadas ao odor e à irritação sensorial”.

Share.

About Author

Comments are closed.