O Santander repete a bem-sucedida parceria que se iniciou no ano passado durante a primeira edição do evento, que levou mais de cinco mil pessoas às salas de exibição da Cinemateca. As 29 produções da II Jornada Brasileira de Cinema Silencioso, em cartaz de 8 a 17 de agosto, em São Paulo, terão entrada gratuita.
A mostra tem como diferencial a projeção exclusiva de filmes mudos do início do século XX, muitos acompanhados por música ao vivo. Com curadoria musical assinada por Lívio Tragtenberg, as trilhas foram compostas ou arranjadas especialmente para as projeções 22 músicos e cinco grupos se revezarão nas apresentações. Além dos filmes, estudiosos e conhecedores da sétima arte comandarão palestras e mesas redondas sobre temas ligados à história do cinema.
Convidado especial deste ano, o historiador italiano Paolo Cherchi Usai, diretor da National Film and Sound Archive, da Austrália, além de ser responsável por uma seleção de clássicos silenciosos, fará uma conferência sobre a Nova História do Cinema.
Outro destaque desta edição é uma seleção de clássicos japoneses das décadas de 1920 e 1930, em homenagem ao centenário da imigração nipônica, cedidos pelo Museu Nacional de Arte Moderna/Centro Nacional de Cinema de Tóquio.
Para a gerente de relações institucionais do Santander, Sílvia Balbo Messias, a parceria com a Cinemateca Brasileira fortalece o compromisso do Banco com a sétima arte. A Jornada do Cinema Silencioso é um evento que resgata a história do cinema, com uma nova roupagem, e nos orgulha por já fazer parte do calendário de eventos da cidade, diz. Somos uma das instituições financeiras que mais apostam em cinema. Em 11 anos, o Santander patrocinou mais de 110 filmes e é um dos fortes apoiadores do Programa de Fomento ao Cinema Paulista, completa Sílvia.