Uma das metas é fomentar novos negócios no segmento de varejo e aproveitar potencial de crescimento do mercado de mobile payment. Estimativa da consultoria MGSystems prevê que até 2010, cerca de 10% das 50 bilhões de transações bancárias serão feitas por meio dos celulares.
Ao lado da Novo e-pay, especializada em transações eletrônicas, a True Access Consulting, empresa de soluções globais em segurança da informação do Grupo TBA, anuncia parceria estratégica para impulsionar o uso do aparelho celular como meio seguro de validação de pagamentos (mobile payment). O objetivo é estimular a convergência da telefonia móvel com os clássicos cartões de crédito, aliada à tecnologia de segurança em autenticação forte.
No acordo firmado, a Novo e-pay será responsável pelo desenvolvimento dos produtos e serviços, ferramentas tecnológicas para uso do celular como meio de pagamento e plataformas de atendimento. Já a True Access Consulting garantirá a segurança do serviço, principalmente no processo de transação e identificação dos usuários. Nossa estratégia é atingir 1,5 milhão de pessoas e mais de 100 mil estabelecimentos comerciais até o final de 2008, prevê Anderson Cicotoste, diretor executivo da Novo e-pay.
Baseada em tecnologia OTP (One Time Password), o processo de autenticação forte inibe a ocorrência de fraudes, já que uma senha é gerada aleatoriamente para utilização única. Além disso, o escopo de segurança conta com ferramentas de autenticação, autorização, integridade, não repúdio e confidencialidade. Garantimos que um terceiro não consiga se passar por um usuário autenticado e que a mensagem transmitida não seja alterada durante sua transmissão. E se o celular for roubado ou perdido, ninguém terá acesso ao código de segurança, explica Celso Souza, presidente da True Access Consulting.
Além de se configurar como uma nova bandeira para vendas a crédito, a solução da Novo e-pay é voltada para todos os públicos e estabelecimentos comerciais, sem restrições de operadoras e de aparelhos celulares. Outra vantagem é o custo da taxa de administração, que é de 1,98% sobre o valor faturado, com mensalidade de R$ 19,90. Já as bandeiras convencionais operam com taxa média de 3,5%, sem contar o aluguel da maquineta, que varia de R$ 150,00 a R$ 80,00 a por mês.
Se considerarmos um estabelecimento com faturamento de R$ 50 mil mensais, a estimativa de redução de custo operacional chega a 60%, projeta o executivo da Novo e-pay. Cicotoste também aponta benefícios ao usuário: ao indicar novos clientes, as despesas efetuadas se transformam em créditos para o celular do consumidor utilizar nas próximas compras. O estabelecimento que convida outro para usar a solução também ganha créditos.