COCA-COLA E ARTEMISIA BUSCAM EMPREENDEDORES

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As inscrições para o Coca-Cola Open Up – The Boat Challenge estão abertas até a quarta-feira, 18 de maio. Para a iniciativa, conduzida pela Coca-Cola Brasil em parceria com a Artemisia, serão escolhidos de 10 a 12 negócios com soluções inovadoras para desafios da Amazônia relacionados à água, agricultura sustentável, sociobiodiversidade, empreendedorismo e saúde/bem-estar. A meta é potencializar a atuação das startups selecionadas. Inscrições: www.cocacolaup.artemisia.org.br

 Empreendedores com iniciativas inovadoras, focadas na Amazônia, podem fazer a inscrição para o Coca-Cola Open Up – The Boat  Challenge até a quarta-feira, 18 de maio. São elegíveis negócios com soluções para questões relacionadas à água, agricultura sustentável, biodiversidade, empreendedorismo e saúde/bem-estar; ações conduzidas por startups com propostas voltadas ao desenvolvimento socioambiental da região. A Coca-Cola Brasil e Artemisia buscam negócios que estão em estágio mínimo de protótipo, ou seja, que já têm um produto ou serviço desenvolvido e em fase de testes. As inscrições podem ser feitas pelo site www.cocacolaup.artemisia.org.br.

Os selecionados vão integrar o Artemisia Lab Pré-Aceleração – um programa prático focado em empreendedores em fase inicial que querem refinar o modelo de negócio e o impacto socioambiental. Durante a imersão, os participantes serão desafiados a repensar os próprios negócios, tendo o objetivo de avançar no desenvolvimento de aspectos fundamentais como produto/serviço, impacto, cliente e equipe. Esse processo será vivenciado com o apoio de diferentes atores do ecossistema empreendedor: mentores/ especialistas, facilitadores e outros empreendedores. Um diferencial será o ambiente dessa imersão: um barco, navegando pelo Rio Amazonas – de Parintins a Manaus.

Na avaliação de Pedro Massa, diretor de Valor Compartilhado da Coca-Cola Brasil, a Amazônia é um lugar único e de extrema importância para o mundo e para o negócio da companhia, que tem uma longa relação com a região: a empresa mantém sua fábrica de concentrados na Zona Franca de Manaus e criou vários programas de estímulo a cadeias produtivas sustentáveis, caso do guaraná e do açaí. “Podemos juntar a agilidade das startups com a escala das grandes organizações. Esperamos que desse programa saiam negócios promissores e com alto impacto socioambiental, mas que sobretudo respeitem a vocação da Amazônia e fomentem a economia da floresta em pé”, afirma Massa.

Segundo Maure Pessanha, diretora-executiva da Artemisia, desde 2004 a organização     apoia negócios com real potencial de causar impacto na vida de milhares de pessoas de baixa renda. “Há mais de uma década, a Artemisia apoia e fomenta a geração de negócios de impacto social no Brasil. Identificamos, no nosso trabalho de busca e seleção, alguns temas críticos para o país e com número muito incipiente de negócios. Por isso, estruturamos o programa Artemisia Lab, que tem o objetivo de fomentar soluções que atendam aos desafios em temas específicos, como por exemplo, os da região Amazônica. A executiva acrescenta que a organização espera que a união de forças das duas organizações – Artemisia e Coca-Cola Brasil – contribua para a criação de bases para um ecossistema de negócios de impacto social na região.

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