FESTIVAL LATINO-AMERICANO DE FUTEBOL3 TEVE LANÇAMENTO NA ITAIPAVA ARENA FONTE NOVA

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Cerca de 120 jovens estão em Salvador até o dia 09 de dezembro, participando do Festival Latino-Americano de Futebol3, que acontece pela primeira vez no Brasil. O evento foi lançado na Itaipava Arena Fonte Nova na última quinta-feira (05/12) e contou com a presença da a chefe de Gabinete da Secretaria de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia (Setre), Olívia Santana, a Consulesa da Alemanha na Bahia Petra Schaeber e representantes do Instituto Fazer Acontecer e streetfootballworld, idealizadores do evento.

Além deles, jovens da Costa Rica, Uruguai, Colômbia, Chile, Peru, Equador, dos estados brasileiros como Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão e do bairro de Castelo Branco, em Salvador, e dos municípios de Valente, Araci, Barrocas, Conceição do Coité, Teofilândia, Santa Luz, São Domingos e Biritinga, estiveram presentes.

No encerramento, uma partida de 15 minutos entre cada grupo foi realizada no campo da Arena, onde os participantes do projeto mostraram o que aprenderam.

Entendendo a metodologia

Uma nova metodologia de prática esportiva vem dando muito certo, sobretudo na região do semiárido baiano. Nem sempre desenvolver o comprometimento, disciplina e responsabilidade através do esporte é fácil para jovens de 13 a 17 anos, mas para muitos adolescentes da capital, sertão baiano e de vários países tem sido a técnica ideal. O nome Futebol3 provém da metodologia do jogo que é dividido em três tempos e conta com regras diferentes do futebol convencional.

No primeiro tempo os jovens definem as regras, o segundo tempo é o jogo propriamente dito e no terceiro tempo há um debate sobre a aplicação das regras no campo de jogo. O placar final é a soma dos gols marcados com os pontos obtidos de acordo com a fórmula de jogo estabelecida no primeiro tempo. Apesar da nomenclatura, esta metodologia pode ser aplicada a qualquer esporte e não há a presença de árbitros para que os jovens desenvolvam a habilidade da negociação. “A ideia é minimizar a competitividade, fazendo com que os dois times joguem juntos em prol de um mesmo objetivo”, explica Renato Paes Andrade, coordenador do Instituto Fazer Acontecer (IFA).

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