HIPISMO QUER CONQUISTAR FÃS NA RIO 2016

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Um incrível vídeo que demonstra o elo único e singular entre o atleta mais musculoso das Olimpíadas – o cavalo – e seu corajoso cavaleiro é lançado ontem, 17, a menos de três meses do início dos Jogos Olímpicos. Em sua volta ao mundo em 80 dias – ou um pouco mais que isso – #2Corações vai disseminar o espírito de um dos esportes que têm estado no cerne das Olimpíadas por mais de um século e permite que homens e mulheres possam competir em pé de igualdade pelas medalhas.

Em sua maior campanha mundial, a Federação Equestre Internacional (FEI), órgão regulador global do hipismo, apresenta um novo olhar sobre o esporte de uma forma nunca antes feita, celebrando a relação singular entre cavaleiros e seus cavalos e como seus dois corações batem como um só na corrida para a vitória.

Nos próximos dias, a FEI apresentará conteúdos emotivos e envolventes em seus canais nas mídias sociais que vão incitar paixão e entusiasmo pelo esporte entre novos e antigos fãs.

“A campanha #2Corações destaca o elo especial entre cavalo e cavaleiro, apresentando o esporte de uma nova forma para fãs ao redor do mundo”, diz o presidente da FEI, Ingmar De Vos. “O hipismo representa a conexão, o vínculo intuitivo e a leal parceria entre os dois atletas, que fazem do esporte um dos mais atrativos dos Jogos Olímpicos.”

Os eventos de hipismo no Complexo Esportivo de Deodoro oferecerão atrações que vão emocionar tanto fãs que estarão no local quanto espectadores ao redor do mundo, com os 200 cavalos e cavaleiros de 43 países que vão competir pelas seis medalhas de ouro nas modalidades Salto, Adestramento e Concurso Completo de Equitação (CCE). Fãs em todo mundo vão se encantar com o espetáculo dos cavaleiros trabalhando em harmonia – corpo, mente e alma – junto com o atleta mais forte dos Jogos Olímpicos, o cavalo.

Os fãs podem apoiar a campanha com postagens e compartilhamento de fotos e conteúdo em vídeo em mídias sociais usando a hashtag #2Corações.

Curiosidades do hipismo

1 esporte olímpico onde homens e mulheres competem em pé de igualdade;

2 corações, um objetivo;

3 modalidades nas Olimpíadas – Adestramento, Concurso Completo de Equitação (CCE) e Salto;

4 é o número de pontos perdidos ao se derrubar um obstáculo nas competições de Salto ou na prova de Salto durante o Concurso Completo de Equitação (CCE);

5 novos países começam a competir em provas de hipismo nas Olimpíadas 2016 – Taipé Chinês e Qatar em Salto; República Dominicana e Palestina em Adestramento; e Zimbábue em CCE;

6 medalhas olímpicas no hipismo – Adestramento em equipe e individual, CCE em equipe e individual, Salto em equipe e individual;

8 é a idade mínima que os cavalos devem ter para competir em CCE e Adestramento e 9 para Salto;

9 é o maior número de medalhas no hipismo conquistadas durante uma carreira olímpica, alcançadas pelo cavaleiro de Adestramento, Anky van Grunsven. Os cavaleiros alemães de Adestramento Reiner Klimke e Isabell Werth ganharam oito.

10 é a pontuação máxima que um juiz de adestramento pode atribuir para cada elemento em uma prova;

12 medalhas de ouro da equipe de Adestramento olímpico foram conquistadas pela Alemanha;

16 foi a idade da mais jovem atleta a competir em provas de hipismo em uma Olimpíada: a atleta brasileira em Adestramento Luiza Tavares de Almeida, em Pequim em 2008;

19 nações ganharam o ouro no hipismo nos Jogos Olímpicos;

20 pontos de punição pelo primeiro refugo em Cross Country;

23 o número de Jogos Olímpicos que foram palco do esporte equestre

26 voos que transportarão atletas do hipismo de todo o mundo para o Rio;

29 nações ganharam medalhas no hipismo nos Jogos Olímpicos;

43 número recorde de países participantes nas provas de hipismo nos Jogos Olímpicos 2016 no Rio;

45 (aproximadamente) obstáculos no percurso de Cross-Country olímpico;

61 era a idade do medalhista mais velho do hipismo– o canadense Ian Millar, em Salto, em 2008;

72 a idade do mais velho competidor olímpico do hipismo, Arthur von Pongracz (Áustria), que competiu nos jogos de 1936;

75 é a idade do cavaleiro de Adestramento japonês Hiroshi Hoketsu, que está nas competições classificatórias para as Olimpíadas Rio 2016;

104 anos de história do hipismo nos Jogos Olímpicos;

160 cm é a altura máxima dos obstáculos em Salto, com uma largura máxima de 2 metros;

172 medalhas conquistadas pela Alemanha; os EUA estão atualmente com 98 e a Suécia com 82;

570 metros por minuto – a velocidade ideal em uma prova de Cross-Country Olímpico.

Sobre a Federação Equestre Internacional (FEI)

Fundada em 1921, a FEI é o órgão regulador de esportes equestres reconhecido pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). O hipismo integra os Jogos Olímpicos desde as Olimpíadas de 1912 em Estocolmo. A instituição é o único órgão regulador de todos os eventos internacionais olímpicos de hipismo nas modalidades Salto, Adestramento e Concurso Completo de Equitação (CCE), assim como em Atrelagem, Enduro Equestre, Volteio e Rédeas. A FEI tornou-se um dos primeiros órgãos internacionais reguladores de esportes criados para coordenar e regulamentar um paraesporte global em suas sete modalidades convencionais desde que o Adestramento Paraequestre ocupou lugar entre as categorias da Federação em 2006. A FEI coordena atualmente todas as competições internacionais em Adestramento e Atrelagem Paraequestres. www.fei.org

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