NOVA DÉLHI PROÍBE APP UBER

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As agências internacionais de notícias como Reuters, AFP e Bloomberg destacaram com grande estardalhaço a proibição do aplicativo de caronas norte-americano Uber pelo governo da capital indiana Nova Délhi nessa primeira semana de dezembro, depois que uma passageira acusou de estupro um dos motoristas que oferecia carona por meio do aplicativo.

O Uber, que, segundo as autoridades indianas, aceitou o cadastro do motorista apesar dele ter sido preso por alegações de abuso sexual há três anos, será proibido de fornecer quaisquer serviços futuros na região de Nova Délhi, disse o departamento de transporte da cidade em comunicado.

“Mantendo em vista a violação e o crime horrendo cometido pelo motorista, o departamento dos transportes baniu todas as atividades relacionadas ao oferecimento de qualquer serviço de transporte pelo www.uber.com”, informou, em comunicado oficial, o comissário especial Kuldeep Singh Gangar, da capital indiana.

 

Segundo a agência Reuters, o motorista preso, Shiv Kumar Yadav, compareceu ao tribunal na segunda-feira, dia 8 de dezembro de 2014, e teve a prisão preventiva decretada e ficará em custódia por três dias. Há três anos ele havia sido preso sob acusações de estuprar uma mulher, mas foi inocentado posteriormente, disse a polícia.

“O que aconteceu no fim de semana em Nova Délhi é horrendo”, disse o presidente-executivo do Uber, Travis Kalanick, em comunicado antes da empresa ser proibida na capital indiana. “Faremos tudo, eu repito, tudo para ajudar a levar este criminoso à justiça.”

 

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